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Nico.

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Sobre Nico.

  • Data de Nascimento 07/06/2000

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    Maceió

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  1. Os amargurados não entenderam o conceito, amigo
  2. to desde cedo tentando entrar nesse site que inferno
  3. Nico.

    Política

    A globo ta com fogo no olhar, medo. Imagina o favor que esse oligopólio faria se tivesse algum compromisso social.
  4. Nico.

    Política

    O que não pode é fazer vista grossa, porque isso só marginaliza ainda mais a esquerda popular na américa latina e abre espaço para essa oposição para inglês vê que ajuda mais o capital que o povo.
  5. Nico.

    Política

    O Haddad não jogou bosta nenhuma na cara dela, pelo contrário, ele ponderou BASTANTE a questão. Que é justamente o meu posicionamento, trata-se de uma faca de dois gumes. De um lado, apoiar Maduro abertamente pode trazer perda de capital político, porém, por outro, fortalecer a posição venezuelana significa devolver o país para o imperialismo americano e os oligopólios nacionais. Tem de ter cautela para lidar com a questão.
  6. Nico.

    Política

    Haddad só peca quando começa a falar em diálogo com evangélico, não existe isso de dialogar com evangélico em país laico.
  7. Nico.

    Política

    Haddad: “Não sei o que levou Gleisi a Caracas. É preciso cuidar do gesto, mas também da comunicação do gesto” Ex-prefeito diz que o ambiente na Venezuela "não é democrático" e faz crítica à ida de presidenta do PT à posse de Maduro. Sobre Ciro Gomes, diz: "Você retoma o diálogo com quem quer dialogar" O professor rejeita o papel de "líder" da oposição ao Governo de Bozonaro e diz que vai atuar sem almejar qualquer posto no PT. Em conversa de pouco mais de uma hora em sua casa em São Paulo, em 14 de janeiro, o ex-prefeito falou sobre a Venezuela ("o ambiente lá não é democrático") e deixou sugerida uma crítica a ida de Gleisi Hoffmann a Caracas para a posse de Nicolás Maduro. “Não sei o que levou Gleisi a Caracas. É preciso cuidar não só do gesto, mas da comunicação.” P. Mas passaram-se anos, muitas coisas aconteceram depois disso... R. A obsessão da esquerda brasileira tem que ser com a paz, com a não ingerência. Evidentemente a situação na Venezuela se deteriorou. E o ambiente na Venezuela hoje não é democrático. Porque as partes não reconhecem os processos. P. Mas essa degradação do ambiente democrático, você credita isso só à oposição? R. Acredito que o Governo Maduro tem uma parte de responsabilidade. É evidente que não há por parte da oposição um enorme compromisso. Seria ingenuidade imaginar que a oposição não tem seus interesses, inclusive de buscar um status quo anterior, que era o da Venezuela como um quintal cheio de petróleo para os americanos. A obsessão do PT é buscar um caminho no qual possamos restabelecer o ambiente democrático na Venezuela. Que está difícil. Não é uma tarefa fácil. Mas pode se tornar mais difícil ainda se houver uma intervenção militar. P. Em que medida o PT tenta se aproximar da oposição venezuelana? R. Aí você está perguntado para mim, o que eu penso não é necessário o que o PT pensa. Para saber o que o PT pensa você tem que fazer uma entrevista com a Gleisi. O que eu penso e defendi na campanha foi isso, não mudei de ideia. Considero a situação da Venezuela grave do ponto de vista democrático, porque as partes não se reconhecem. P. Você já disse que Bozonaro era uma ameaça à democracia. Ainda enxerga assim? R. Se você tem um conceito estrito, tanques de guerra na rua, alguém está armado te ameaçando... Nesse conceito de democracia a ameaça pode estar mais distante. Mas se você entende democracia enquanto ambiente onde são cultivados certos valores, inclusive de proteção às minorias, sem dúvida, neste conceito, a democracia está ameaçada. Os indígenas estão se sentindo ameaçados, a comunidade LGBTQ, os professores e líderes de movimentos sociais também, porque podem ser considerados terroristas a qualquer momento pelo presidente. A oposição está se sentindo ameaçada, porque ele anunciou que ela terá dois caminhos, a cadeia ou o exílio. Este conceito que eu acredito de democracia, sim, está ameaçado. As instituições tem que funcionar com um propósito, de fazer as pessoas se sentirem seguras independente do que pensam, de sua orientação sexual. P. Você gostaria de assumir a presidência do PT? R. Não está nos meus planos. Eu nunca fiz parte da burocracia partidária, nunca participei da vida interna do partido a não ser quando convidado, na condição de professor universitário. P. Você pretende liderar a oposição no Brasil? R. Eu não acredito que alguém possa ter essa pretensão. Estamos em um sistema multipartidário, nós ainda temos 30 partidos. Acredito que ninguém possa se arvorar a ser o chefe da oposição. P. Durante a campanha o rapper Mano Brown fez um discurso forte com relação ao PT, dizendo que o partido tinha perdido contato com suas bases. O que vocês têm feito de diferente para reverter isso? R. Em primeiro lugar, o PT foi para o segundo turno com 30% dos votos, e chegou ao final da eleição com 45% dos votos. Contra 51% de 2014. Então nós não perdemos [as bases]... P. Tem uma base ampla, mas não o suficiente para ganhar... R. Estamos falando de um partido que ganhou quatro eleições consecutivas. E perdeu a quinta tendo disputado em condições competitivas. Eu acredito que, se não fosse a ação das fake news e o dinheiro de empresários para disseminá-las, nós iríamos dar muito mais trabalho. P. Mas na época da campanha você deu razão ao Brown... R. Dei. P. E agora está falando que houve desgaste no Governo, fake news... R. Uma coisa não tem a ver com a outra. As duas são verdadeiras. Quando você é Governo durante quatro mandatos existe um processo de distanciamento das bases em função do fato de que a maioria dos quadros são assimilados pela máquina estatal. Isso é um processo muito desagradável, infeliz, mas acontece. O sucesso eleitoral do PT enfraqueceu o próprio partido em sua conexão com as bases. O outro fenômeno é a crise política, ética, e econômica que aconteceu. E a outra questão é que há novos atores no Brasil. Por exemplo, as igrejas evangélicas tinham um tamanho quando ganhamos em 2002, e têm outro tamanho agora. E nós não aprendemos a dialogar com a base dessa igreja, muito menos com os líderes, que são em geral bastante conservadores. P. Alguns analistas dizem que o PT foi vítima do seu próprio erro, ao tirar pessoas da pobreza, mas não formar cidadãos. Como analisa essa crítica? R. Eu acho que deveríamos ter trabalhado mais a questão da consciência política. O avanço objetivo tinha que ter sido acompanhado de um avanço subjetivo. O avanço material tem quer vir acompanhado de um avanço espiritual. Essas coisas tem que vir juntas para que o processo se consolide. Espiritual não no sentido religioso, mas no sentido ético, de valores. A ética tem que ser uma obsessão de um partido que transforma a vida material das pessoas. Se você dissocia isso as pessoas atribuem o próprio êxito a questões que... Claro que tudo depende do esforço individual também, mas isso tem que vir acompanhado de um processo de formação política. P. Qual o campo onde a oposição deve agir? R. Há dois componentes importantes. Um que é mais amplo, que é o campo da defesa dos direitos civis, que no meu juízo estão ameaçados no Brasil. Estamos vendo aí os direitos indígenas sendo atacados, na contramão do que reza a Constituição Federal. Temos visto questões ambientais muito delicadas sendo questionadas pelo Governo, tratados internacionais assinados pelo Brasil [ameaçados]... As Nações Unidas sendo questionadas em todas suas decisões e orientações, acabamos de sair do pacto de imigração, sendo que somos um país que foi feito por imigrantes. Nós estamos vendo a comunidade LGBTQ sendo ameaçada nas ruas sem que as autoridades emitam nenhum juízo a este respeito. Estamos vendo professores sendo ameaçados de monitoramento. Então são sintomas muito preocupantes. Há um outro plano de direitos sociais e econômicos. Aí inclui política de valorização do salário mínimo, o destino do nosso patrimônio público, nossas reservas de petróleo, cambiais, nossas estatais, o destino das políticas de promoção da igualdade de renda em um dos países mais desiguais do mundo, direitos trabalhistas, que já passaram por uma primeira onda de reformas liberalizantes e desprotetoras do trabalhador, e se anuncia uma segunda rodada de reformas que colocariam, se aprovadas, o trabalhador em uma situação de maior vulnerabilidade perante o capital. Direitos sociais ligados a serviços públicos, sobretudo saúde e educação, que estão na mira do Governo... P. O PT aparentemente foi surpreendido por uma rede bem estruturada de WhatsApp por parte da campanha de Bozonaro. Vocês pretendem investir nessa ferramenta de olho em 2022? R. Fala-se do WhatsApp, mas na verdade essa ferramenta foi acompanhada de três expedientes ilegais [por parte da campanha de Bozonaro]: o primeiro foi turbinar o aplicativo com caixa 2. O segundo foi usar cadastro de terceiros. E o último foi caluniar os opositores com mentiras. De que eu era dono de Ferrari, tinha relógio de 500.000 reais, que eu era a favor do incesto... Então foram três ilegalidades cometidas. P. Mas aparentemente a campanha dele tinha uma rede estruturada há mais tempo, e mais experiência no seu uso. R. Isso sim. Nós poderíamos ter feito. Mas o que de fato alavancou a candidatura dele no final do segundo turno não foi isso. Porque se fosse isso ele já teria avançado previamente. Ele batia sempre no patamar de 18% das intenções de voto. Não passava de 20%. O que fez ele passar este patamar foi, em primeiro lugar, a facada, que levou ele para 26%. E depois disso ele só cresceu com o uso ilegal do WhatsApp. P. O Ciro Gomes, a quem você chamava de amigo, bateu muito no PT durante a campanha. Retomaram o diálogo? R. Olha, você retoma o diálogo com quem quer dialogar. As declarações do Ciro têm sido muito duras. Acho que existem episódios que ele descreve que não são dessa maneira. O episódio do PSB, por exemplo. O PSB fez um acordo com o PT, divulgado com transparência: nós apoiávamos o Paulo Câmara em Pernambuco em troca do apoio deles ao Fernando Pimentel em Minas, e da neutralidade no plano nacional. Foi uma construção do PSB. Isso é do jogo democrático. Haddad reizinho da esquerda, Ciro Gomes nem rei, nem da esquerda.
  8. Nico.

    Política

    gente, como faz para visualizar as matérias trancadas de jornais?
  9. Nico.

    Política

    !!!! Tudo isso é muito triste, af. Tempos difíceis para ser preto e pobre nesse país.
  10. Nico.

    Política

    São ações corretivas a curto prazo, não é agenda. Não precisa soltar tese, amigo, dar visibilidade, patrocinar e abrir espaço para que especialistas atuem democraticamente no processo de construção de uma agenda política da sua base aliada no Ceará já seria o suficiente. Parte do caos na seguridade do país se deve justamente a essas políticas públicas de gestão que não possibilitam a construção de um plano a longo prazo.
  11. Nico.

    Política

    Sim, o problema é arriscar esse tipo de política de confronto e observar a efetividade, até porque vidas estão em jogo. Quero ver qual vai ser o resultado dessa proposta de misturar facções no presídio, tendo em vista que pode tanto por em risco os detentos, além de que o estado terá de ficar atento para que não ocorram mecanismos adaptativos dessas facções.
  12. Nico.

    Política

    Só se defende pautas e agendas quando está ou em campanha ou em cargo público? Sendo assim, acho que vou ter de esperar sentada minha indicação a alguma secretaria ou ministério para poder exercer meus posicionamentos políticos.

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