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Rafael Rodrigo

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  1. Rafael Rodrigo

    FILME If Beale Street Could Talk — torrent disponível

    Qual é a qualidade do torrent?
  2. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Lars Von Trier sendo um menino mimado com uma metralhadora na mão atirando em bonecos de neve no deserto. Poucos momentos inspirados. Sobressaem quadros patéticos (alguns dirão poéticos), citações risíveis e a massageada no ego de quem se acha um semideus. 2/5
  3. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Criativo e diversificado panorama do sempre fascinante Velho-Oeste. Algumas irregularidades entre as histórias, mas o resultado final é cativante. Segmento preferido: "A Garota Nervosa" (daria um belo longa). Melhor personagem: Buster Scruggs. 4/5 O elegante P&B, a cultura local e o romance que, apesar de ter um história simples, não cai na abordagem superficial, dão um charme ao filme do começo ao fim; evitando qualquer incômodo com o roteiro desconexo. 3.5/5
  4. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    A premissa manjada, o roteiro gasto e a fotografia deprimente, tornam o filme nada menos que uma versão genérica de Manchester. Mas há também uma boa direção (closes, planos sequências e zoom in). Boas cenas e atuações; silêncio, The Cure e o arco do filme. 2/5
  5. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Em grande escopo, Aquaman brilha em certos momentos e afunda em outros. Se por um lado, há ação e construção de universo bem pensadas, por outro linhas de diálogos risíveis, atuações questionáveis e uma montagem capenga. 2.5/5
  6. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    O filme onde Godard explora a composição, a câmera, a luz, os corpos, a beleza, a procura, a política, a irrealidade das coisas. Em suma, o próprio ato de pensar, experimentar, filmar. Por vezes um filme hermético, solto, mas não incompressível. É uma visão de Cinema, processo e experimento. Seguramente um exorcismo por parte de Godard (sua relação pouco amistosa com produtores e indústria). E como é arrebatadora essa mise-en-scène!
  7. Rafael Rodrigo

    FILME Roma — Disponível na Netflix

    Visual e sonoramente instigante e imersivo, mas raso, arquetípico e óbvio em tudo que retrata - um contrassenso, tendo em vista ser um filme alegadamente tão pessoal pro cineasta. Aborda muita coisa, mas não diz nada. 2.5/5
  8. Rafael Rodrigo

    FILME Leave No Trace — Torrent disponível

    Com sensibilidade e compaixão, Granik toca em assuntos delicados, como superação de traumas e a necessidade de conexão humana. E o faz sem exageros e julgamentos, emocionando o público com o apoio da excelente dupla de protagonistas. Lindo filme.
  9. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Um Godard pós-nouvelle agradabilíssimo; refusando o status que lhe empregaram de cineasta verborrágico revoltado. Material precioso; com linhas ácidas e libertário como poucas vezes. 4/5 Godard e o Cinema como ferramenta de ação, metamorfose do processo e retirada da maquiagem; é a arte e sua vocação como veículo de protesto e possibilidade de reflexão. Tem muito a dizer, mas alguns conceitos acabam por perecer no meio do rebuliço. 3.5/5
  10. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Uma verdadeira aberração cinematográfica, horroroso do começo ao fim. A montagem acaba com o ritmo, o roteiro não tem a mínima profundidade (absurdo não focar em nada, mal mencionar seus anos políticos) e a direção é incompetente. Quase uma façanha assistir até o fim. Meryl Streep se mostra mais uma vez uma competente atriz, mas não vai muito além disso com sua maquiagem pesada em que mais parece uma defunta. 0/5
  11. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Godard pesa um pouco no discurso, mas cativa enquanto Cinema (a serenidade com que a câmera conduz o filme é incrível). E ver os Rolling Stones trabalhado na construção de um de seus maiores clássicos, não é pouca coisa. 4.5/5 Podemos dizer o que quisermos sobre o que vemos, mas o que vemos nunca está no que dizemos. 4/5
  12. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Godard realiza um ensaio sobre um mundo impregnado de marcas e com um farto vazio de sentido, sem nenhuma verdade absoluta, repleto de decepção e infectado pela alienação do consumismo, degradação política e mecanização do indivíduo. 4/5 Iconoclasta olhar de Godard sobre Maio de 68 em que a alienação é retratada através da obsessão política. Crônica da revolta estudantil e um complemento a Pierrot Le Fou, transferindo a fuga do campo físico ao intelectual. 4/5
  13. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Quando se pensa em Cinema selvagem; contemplação do caos, futilidade dos meios e retorno ao primitivo. "Weekend à Francesa" é a sátira do mundo moderno na beira do abismo - do horror do homem e o ensaio da catarse. É a sentença do filme ou a realidade? Obra-prima! 5/5 Com uma sátira social ocasionalmente brilhante sobre relacionamentos e s-xo, perde-se completamente na parte onde a maioria das distopias encontra o clímax, na fuga. Torna-se então confuso, redundante e bizarro de maneira meramente aleatória.Tivesse mantido a engenhosidade e a ironia da primeira metade, ambientada no hotel, teria sido um eloquente tratado sobre nossos afetos vazios. 2.5/5
  14. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Inesgotável Sang-soo, aqui pintando uma tragédia ao rio com seu preto e branco para aliar a plasticidade poética do prosaico ao charme dos seus personagens, todos amantes inveterados, hilariamente incongruentes, sempre à beira das pequenas "estupidezes". 5/5
  15. Rafael Rodrigo

    Qual o último filme que você assistiu?

    Frenética mistureba de questões sócio-politicas sessentistas, com relacionamentos conturbados e mundo pop, que, por mudar de foco o tempo todo, acaba não permitindo muito a digestão dos assuntos. Mesmo assim, ainda um charmoso prenúncio para maio de 1968. 4/5 Ao optar por uma narrativa fragmentada, que pouco ou nada diz sobre o personagem ou sobre a própria história, Lynne Ramsay constrói um filme mais vazio do que se supõe, bastante dissociado do espectador. Muito estilo, mas pouco oferece de concreto. 2/5

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