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Rashi Targaryen

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  1. Rashi Targaryen

    Moderação,me ajuda!

    Mandei no privado .Obrigado!
  2. Rashi Targaryen

    Moderação,me ajuda!

    Obrigado,amore
  3. Rashi Targaryen

    Moderação,me ajuda!

    Eu fiz um tt com o meu hotmail,mas como já tinha cadastrado ele antes,deu "conta duplicada" e fui banido. Aí comecei a tentar com minha conta do gmail,mas nada de chegar o bendito email
  4. Rashi Targaryen

    Moderação,me ajuda!

    Pois é!Já perdi a conta de quantas vezes reenviei e nada. Estou quase desistindo
  5. Rashi Targaryen

    Moderação,me ajuda!

    Gente,já tem muito tempo que estou tentando fazer a conta na nova BC,mas a droga do email de confirmação não chega nunca!Por favor,me ajudem
  6. Rashi Targaryen

    EM TOUR Lana Del Rey — LA To The Moon Tour

    Já me cadastrei,mas o email de confirmação ainda não chegou. De qualquer forma,meu nick continuará Rashi mesmo
  7. Rashi Targaryen

    SÉRIE Game of Thrones ?

    Obrigada,amores
  8. Rashi Targaryen

    SÉRIE Game of Thrones ?

    Qual é a duração do ep lixoso de hoje?
  9. Gente,a música sai uma da manhã?
  10. Rashi Targaryen

    SÉRIE Game of Thrones ?

    6 ao total
  11. País passou do 102º para 105º lugar Levantamento divulgado hoje (18) pela organização internacional Repórteres sem Fronteiras (RSF) mostra que o Brasil ocupa a 105ª posição, em uma lista de 180 países, no Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa. Na edição anterior, divulgada no ano passado, o país estava em 102º lugar. Segundo o relatório, o mundo passa por um momento de uma “mecânica do medo”, mostrando que o ódio aos jornalistas se transformou em violência, o que aumenta o temor entre os profissionais de imprensa. O ranking divide o mapa de países em cinco cores. Mesmo naqueles que oferecem melhores condições aos jornalistas, os critérios de liberdade de imprensa caíram. No ano passado, 26% dos países analisados estavam classificados em situações “boa” ou “relativamente boa”. Este ano, a proporção caiu para 24%. A Noruega se manteve na liderança da liberdade de imprensa. A Finlândia subiu duas posições e alcançou o segundo lugar, deixando a Suécia em terceiro. No total, 15 países são considerados com situação boa, com a cor branca no mapa. No ano passado eram 17. Os países considerados em situação “difícil” e “muito grave”, em preto, representam 40% do total, 1 ponto percentual a mais do que no ano passado. O Turcomenistão perdeu duas posições e chegou ao último lugar do ranking, antes ocupado pela Coreia do Norte, que ficou em penúltimo. Em 178º, está a Eritreia, e a China fica em 177º, devido ao alto controle estatal sobre as comunicações. A Nicarágua perdeu 24 posições e ficou em 114º, após agressões, perseguições e prisões de jornalistas vistos como oponentes do regime do presidente Daniel Ortega. Na Venezuela, as represálias a jornalistas, detenção de profissionais estrangeiros e corte de sinal de emissoras críticas ao governo fizeram o país perder cinco posições, ficando em 148º lugar. Segundo o diretor da RSF para a América Latina, Emmanuel Colombié, o Brasil está na pior posição desde que o ranking começou a ser publicado, em 2002. Ele cita o assassinato, no ano passado, de quatro jornalistas no país por causa do exercício da profissão. O Brasil fica atrás apenas do México, que registrou o assassinato de dez jornalistas no ano passado e ficou em 144º no ranking em termos de violência na região. Brasil ocupa 105ª posição em ranking de liberdade de imprensa - Antonio Cruz/Arquivo/Agência Brasil De acordo com Colombié, a situação piorou muito no ano passado, com pelo menos 150 ataques a jornalistas no contexto eleitoral. “A proliferação de estratégias de desinformação, em particular durante o período eleitoral, e um discurso público cada vez mais orientado para a crítica à imprensa alavancaram um sentimento de desconfiança para o jornalismo e os jornalistas. Uma desconfiança que frequentemente se materializa em discurso de ódio, campanhas de difamação, processos judiciais abusivos e acaba configurando uma autocensura.” No mapa, o Brasil aparece com uma situação classificada como “problemática”, identificada com a cor laranja. Para o diretor da RSF, o país corre o risco de mudar o status no próximo ano para “situação difícil”, em vermelho, onde estão os Estados Unidos, do presidente Donald Trump. O país também caiu três posições no último levantamento, indo do 45º para o 48º, mas mudando a cor de amarela, classificada como “situação relativamente boa”, para laranja. O diretor da RSF cita também como problemáticos os obstáculos impostos aos jornalistas na cobertura da posse presidencial, no dia 1º de janeiro, quando os profissionais tiveram a circulação pelos espaços da Esplanada dos Ministérios restrita, além da unificação da emissora pública TV Brasil com o canal estatal NBR, o que, segundo ele, “é um péssimo sinal para a comunicação pública do país”, já que “a comunicação pública deve estar separada da comunicação governamental, se não estamos falando de propaganda”. Para o diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Alexandre Henrique Graziani, responsável pela nova TV Brasil, "é importante destacar que não há o que se falar de fusão". "A nova TV Brasil está no ar com programação voltada para conteúdos de comunicação pública, com a programação informativa, educativa, artística, cultural, regional, científica, de cidadania e de recreação, conforme prevê a legislação sobre o tema. Assim como a comunicação estatal tem seu espaço garantido na programação. Desta forma, com ambos os sistemas – público e estatal – funcionando em complementariedade", ressalta. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2019-04/brasil-cai-tres-posicoes-em-ranking-de-liberdade-de-imprensa
  12. Inscrições do Enem começam 6 de maio. Provas serão realizadas em 3 e 10 de novembro. O resultado das solicitações de isenção da taxa de R$ 85 para inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado nesta quarta-feira (17). Para conferir se o direito ao benefício foi concedido, o candidato deve acessar a Página do Participante e inserir CPF e senha. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 3,6 milhões de pessoas fizeram o pedido. Os candidatos que tiveram a solicitação de isenção reprovada terão o direito a entrar com recursos entre 22 a 26 de abril. Para os interessados em fazer o Enem 2019, isento ou não da taxa, é necessário acessar o site do exame a partir do dia 6 de maio para concluir a inscrição. Esse é o segundo ano em que os candidatos com direito à isenção precisam garantir o benefício antes do período de inscrições. A nota da prova do Enem é utilizada em programas de acesso à instituições do ensino superior por meio do Fies, Sisu, Prouni e instituições portuguesas. Quem pode fazer o Enem de graça? Pelas regras do edital, são quatro categorias de gratuidade: Estudantes que estejam cursando o último ano do ensino médio na rede pública; Candidatos que tenham cursado todo o ensino médio em escola da rede pública; Aqueles que declararem estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por serem membros de família de baixa renda, e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); Estudantes da rede privada que tenham bolsa integral e com renda per capita de até meio salário mínimo, ou até três salários mínimos de renda familiar. Cronograma Enem 2019 Aqueles candidatos que precisarem pagar a taxa de inscrição deverão quitar o boleto entre os dias 6 e 23 de maio em agências bancárias, casas lotéricas e Correios. Veja as próximas datas da realização do exame: Resultado da solicitação de isenção: 17 de abril Solicitação de recursos caso a isenção seja negada: 22 a 26 de abril Pedido de atendimento especial: 6 a 17 de maio Pedido de uso de nome social: 20 a 24 de maio Pagamento da taxa de inscrição: 6 a 23 de maio Inscrições: 6 a 17 de maio (para todos os candidatos, isentos ou não) Provas: 3 e 10 de novembro Gabarito: 13 de novembro Resultado individual: janeiro de 2020
  13. Unesp terá inscrições abertas de 9 de setembro a 7 de outubro. Na Unicamp, inscrições vão de 1º de agosto a 6 de setembro. No ITA, de 1º de julho a 15 de agosto. Fuvest ainda não divulgou calendário. As universidades Unesp, Unicamp e Ita definiram as datas do vestibular 2020. O calendário foi divulgado nesta terça-feira (16) após reunião de representantes de várias universidades para não coincidir as datas das provas. Participaram da reunião membros da USP, Unicamp, Unifesp, ITA, PUC-SP, Mackenzie e PUC-Campinas. Unesp O período de inscrições para a Unesp será de 9 de setembro a 7 de outubro. A prova da primeira fase será dia 15 de novembro. A segunda fase será nos dias 15 e 16 de dezembro. A lista de aprovados sairá no dia 3 de fevereiro de 2020. No ano passado, mais de 98 mil candidatos participaram do vestibular da Unesp. Unicamp Na Unicamp, as inscrições serão de 1º de agosto a 6 de setembro. A primeira fase será dia 17 de novembro. A segunda fase será nos dias 12 e 13 de janeiro de 2020. O resultado sairá no dia 10 de fevereiro de 2020. ITA No Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o vestibular terá inscrições abertas de 1º de julho a 15 de agosto. A primeira fase será em 1º de dezembro. A segunda fase será dias 12 e 13 de fevereiro. Unifesp A Unifesp terá inscrições de 23 de setembro a 25 de outubro e as provas nos dias 12 e 13 de dezembro. Fuvest A Fuvest ainda não divulgou as datas do vestibular 2020 para ingressar na USP.
  14. País teve 6.856 mortes violentas em janeiro e fevereiro. Apenas o Paraná não informa os dados. No mesmo período de 2018, houve 9.094 assassinatos. Queda é puxada principalmente pelo Nordeste; Ceará teve 58% menos vítimas. Índice nacional de homicídios criado pelo G1 acompanha os crimes violentos mês a mês. Essa é a primeira parcial do ano. O Brasil teve uma queda de 25% no número de assassinatos nos dois primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. Essa é a primeira parcial divulgada no ano. De acordo com a ferramenta, houve 6.856 mortes violentas no primeiro bimestre de 2019. O dado só não comporta o Paraná. O governo do estado informa que os números de janeiro e fevereiro ainda estão sendo tabulados para posterior divulgação. Tirando o Paraná, houve 9.094 assassinatos no mesmo período de 2018. Ou seja, uma queda de 25%. A queda é puxada principalmente pelos estados do Nordeste, que, juntos, registram a redução mais significativa do número de mortes (34%) – somente no Ceará o índice diminuiu 58%. O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O levantamento revela que: houve uma redução de 2.238 vítimas no período quatro estados apresentaram uma redução superior a 30% o Ceará teve a maior queda no país: 58% apenas dois estados (Amazonas e Rondônia) tiveram aumento no número de mortes violentas A ferramenta criada pelo G1 permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. Estão contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Juntos, estes casos compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais. Jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados, via assessoria de imprensa e via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em março, o governo federal anunciou a criação de um sistema similar. Os dados, no entanto, não estão atualizados como os da ferramenta do G1. O último mês disponível é dezembro de 2018. Os dados coletados mês a mês pelo G1 não incluem as mortes em decorrência de intervenção policial. Isso porque há uma dificuldade maior em obter esses dados em tempo real e de forma sistemática com os governos estaduais. O balanço ainda será realizado dentro do Monitor da Violência, separadamente, como em 2018. Tendência de queda Nem todos os estados possuem os dados de março. Até agora, só 16 têm a estatística. Com a exceção do DF, todos registraram queda em comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram 2.190 mortes violentas, ante 2.969 de 2018, se forem contabilizadas apenas essas unidades da federação – uma queda de 26%. Levando em conta esses dados, a queda no trimestre continua sendo de 25% no Brasil. Os números mostram um declínio dos assassinatos. Em 2018, a queda foi a maior em 11 anos se for levada em conta a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Para Bruno Paes Manso, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, apesar da tendência de queda, "os dados estão longe de apontarem para um quadro de redução ao longo do ano e apenas aumentam a responsabilidade dos novos governos estaduais e federal para a manutenção ou melhoria dos resultados”. Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, dizem que o país está diante de um "bom enigma". "É preciso identificar com precisão o que provocou esta inflexão para que políticas públicas possam ser mais bem efetivas. E isso só será possível com o investimento contínuo em monitoramento e avaliação de programas e ações." Causas da redução Bruno Paes Manso diz que é preciso lembrar que 2017 foi um ano atípico, em que o Brasil atingiu o ápice de mortes. Samira Bueno acredita que alguns fatores, como a criação do Ministério da Segurança Pública na gestão passada, ajudam a explicar essa queda. "Por mais que dinâmicas do crime organizado ajudem a explicar parte da redução, há outros fatores que precisam ser levados em conta. Pode existir, claro, uma relação com o Susp (Sistema Único de Segurança Pública), já que sua implementação ocorreu num contexto de muita mobilização dos estados, pressionados pelos índices de criminalidade e pelo período eleitoral", diz. 'Regime de não conflito' no Ceará O Ceará teve a maior queda no número de mortes violentas do país: 58%. O estado, que teve 844 assassinatos no primeiro bimestre de 2018, registrou 355 nos primeiros dois meses deste ano. A redução é significativa. Em janeiro, o Ceará teve centenas de ataques coordenados por facções criminosas por conta de medidas anunciadas no governo para tornar a fiscalização nos presídios mais rígidas. Ônibus incendiado em Fortaleza em janeiro; o estado sofreu uma série de ataques de facções no início deste ano — Foto: José Leomar/SVM Para o pesquisador Luiz Fábio Paiva, do Laboratório de Violência da Universidade Federal do Ceará (UFC), o que houve no Ceará foi o estabelecimento de "um regime de não conflito" entre as facções criminosas. Por isso, Paiva não considera a situação como "uma pacificação, mas sim uma acomodação". Ainda segundo o especialista, "dizer isso não é desqualificar os serviços de segurança pública, as forças policiais e o sistema de Justiça, mas reconhecer que eles não têm como serem os responsáveis por um processo que é muito maior". De acordo com o secretário da Segurança Pública do estado, André Costa, a redução do número de homicídios ocorre desde o ano passado devido a um "conjunto de ações" elaboradas em 2017. Entre as estratégias, segundo Costa, estão o combate à "mobilidade do crime", evitando furto e roubo de veículos e recuperando automóveis roubados; investimento em ciência e tecnologia para estudar a atuação de criminosos; e ações da Secretaria da Administração Penitenciária, que dificultam a comunicação de presidiários que comandam facções criminosos e ordenam crimes de dentro das prisões. "Os resultados vão acontecendo porque, à medida que o tempo passa, [com] as inovações que a gente trouxe, os policiais passam a confiar, acreditar, e leva tempo também para ter todo o aprendizado cultural de trabalhar com novas ferramentas", afirma. Embora os números deste ano sejam menores que os de 2018, ainda há casos de repercussão no estado. A vendedora Lidiane Gomes da Silva, de 22 anos, por exemplo, foi assassinada pelo ex-companheiro dentro de um shopping em Maracanaú. Antes do assassinato, ela relatou a um amigo, em conversa pelo WhatsApp, que sofria ameaças após a separação. O homem se matou após o crime. Nordeste em queda Assim como o Ceará, todos os outros estados do Nordeste registraram uma queda no período analisado. Rio Grande do Norte e Pernambuco também tiveram quedas expressivas, de 42% e de 33%, respectivamente. Segundo o coronel Francisco Canindé de Araújo Silva, secretário de Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte, uma maior integração entre os órgãos públicos é um dos fatores por trás da queda. “A redução dos índices de criminalidade (...) deve-se a um melhor planejamento das ações das instituições de segurança pública, uma maior integração – tanto das instituições do estado, como das instituições federais que estão aqui no Rio Grande do Norte, como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e as próprias Forças Armadas –, o apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário, a abnegação dos policiais nessas ações, um maior controle do sistema prisional e, também, o apoio inconteste do governo do estado a todas essas ações de nossas instituições.” Em Pernambuco, segundo o secretário de Defesa Social do Estado, Antônio de Pádua, uma série de investimentos foi feita no estado nos últimos anos, principalmente na área de pessoal. Segundo ele, novas contratações possibilitaram aumentar a presença da polícia no interior e criar cinco novas unidades da Polícia Científica. Investimento em pessoal e equipamentos é uma das causas para queda na violência em Pernambuco, aponta secretário — Foto: Bruno Lafaiete/TV Globo José Nóbrega, doutor em ciência política pela UFPE e coordenador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade Federal de Campina Grande, destaca que os dados do primeiro bimestre deste ano ainda são provisórios e podem ser ajustados, mas que há uma tendência de queda desde 2018. Determinar o que está por trás dos números e da queda, porém, é difícil por conta da falta de informações. “Não temos informação de qualidade para atribuir a redução a algum fator, seja ele referente às tomadas de decisão do estado ou a fatores socioeconômicos. Precisamos analisar o nível do impacto do governo na redução de crimes e, por exemplo, o quanto o Produto Interno Bruto influenciou nisso, qual a taxa de desocupação das pessoas. Sem isso, fica tudo muito lacunar”, diz. Já no Amapá, que também teve uma queda superior a 30% no número de mortes, a Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública atribui o fato a políticas de segurança pública implementadas pelo governo, "como a contratação de novos policiais, aquisição de novas viaturas, operações policiais rotineiras, treinamento das forças de segurança e o serviço de inteligência das polícias". Leve aumento Apenas dois estados tiveram aumento no número de mortes violentas nos primeiros dois meses deste ano: Rondônia (3,9%) e Amazonas (3,3%). Os aumentos foram leves e não chegaram a dois dígitos em nenhum dos casos, mas, mesmo assim, mostram um movimento contrário ao resto do país. Apesar de estar entre os estados que apresentaram alta, o governo do Amazonas destaca que, considerando os dados do trimestre e não do bimestre, os números de morte violenta caíram em comparação com o mesmo período do ano passado. "O número de homicídios registrado em janeiro, período de transição, quando a nova administração estava começando a implantar as novas diretrizes de segurança, influenciaram nesse resultado [de queda no bimestre]. Contudo, a partir de fevereiro, houve redução da criminalidade, tanto em casos de homicídio, latrocínio, como nos casos de roubos", afirma a Secretaria de Segurança Pública do estado. "Vale destacar que, somente em março, o número de homicídios na capital amazonense (58) foi o menor desde 2011." Entre as medidas adotadas pela gestão, a secretaria destaca a realização de nove operações policiais. Em fevereiro, também foi feita uma operação específica para combater homicídios, chamada de "Pronta Resposta". Na ocasião, foram presos 52 suspeitos de envolvimento em homicídios, latrocínios, roubos e tráfico de drogas. Os dados Quatro estados registraram uma redução superior a 30% no número de mortes violentas. Veja a relação completa (a ordem está da maior redução para a menor; os dois estados com alta, assim como o Paraná, que não enviou os dados, estão no fim da tabela): Crimes violentos no Brasil Estado 1º bimestre de 2018 1º bimestre de 2019 Variação (em %) Ceará 844 355 -57,9 Rio Grande do Norte 365 212 -41,9 Amapá 53 34 -35,8 Pernambuco 868 580 -33,2 Sergipe 198 139 -29,8 Paraíba 225 164 -27,1 Pará 697 510 -26,8 Alagoas 265 196 -26 Maranhão 298 221 -25,8 Santa Catarina 175 130 -25,7 Acre 81 61 -24,7 Distrito Federal 85 64 -24,7 Rio de Janeiro 964 734 -23,9 Bahia 1.050 841 -19,9 Minas Gerais 617 501 -18,8 Rio Grande do Sul 455 371 -18,5 Piauí 101 83 -17,8 Mato Grosso 155 138 -11 Tocantins 66 60 -9,1 Espírito Santo 222 203 -8,6 São Paulo 583 549 -5,8 Goiás 372 353 -5,1 Roraima 46 44 -4,3 Mato Grosso do Sul 82 79 -3,7 Amazonas 151 156 3,3 Rondônia 76 79 3,9 Paraná - - - Brasil 9.094 6.856 -24,6
  15. Rashi Targaryen

    Qual país de primeiro mundo vocês gostariam de viver?

    Austrália,França ou Suíça também

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