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lalab

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  1. então devemos acabar com as cotas nas universidades também? já que a maioria que tem estudo pra entrar é branca e a demanda de brancos é maior que a de negros?
  2. toca em um parte importante num filme da Netflix com a menina de Jane The Virgin. acho que o nome é Alguém Importante.
  3. triste que ela tá gravando com o william
  4. gente, acabei de ver aqui e tem cinema em Fortaleza com 12 salas só passando esse Os Vingadores. pqp.
  5. ai, poc, me poupe. o filme vai ficar meses em cartaz. tu ia conseguir ingresso tal hora. já apertou o 17, fofa?
  6. lalab

    ÁLBUM MARINA - Love + Fear

    gostei, mas nada demais. Love bomba sonora.
  7. que coisa cafona esse clipe. acho que essa era vai ser a era Sweetener da Ariana, que todo mundo gosta, mas é bem sem sal e vai ser a menos lembrada da carreira. eu gostei da música, só não precisava do feat né?
  8. Terra estrangeira 25 DE ABRIL DE 2019 | JOSÉ GERALDO COUTO A bomba da semana, em mais de um sentido, é o lançamento do blockbuster norte-americano Vingadores: ultimato, que entra em 2.700 das 3.300 salas de cinema do país. Isso significa que um único filme (ou “produto”) ocupa mais de 80% do circuito exibidor. Essa situação anômala foi propiciada pela Justiça Federal, que em novembro do ano passado derrubou uma norma da Agência Nacional de Cinema (Ancine) pela qual um complexo de salas não podia ocupar mais de 30% delas com um único título. Agora liberou geral. Para se ter uma ideia comparativa, em Portugal, o mesmo blockbuster estreou ocupando 20% dos cinemas; na Alemanha, 27%. Filmes desalojados Por causa da avalanche vingadora, diversas estreias nacionais e estrangeiras foram adiadas, segundo o boletim Filme B, o principal veículo sobre informações do mercado. O diretor Halder Gomes escreveu no Facebook que seu filme Cine Holliúdy 2: a chibata sideral, que vinha fazendo grande sucesso no Nordeste, aproximando-se dos 200 mil ingressos vendidos, foi retirado de várias salas cearenses, trocado pelos Vingadores. Uma tamanha concentração do mercado afeta não apenas os filmes brasileiros, mas toda a produção cinematográfica não-hegemônica, venha ela do México ou da Coreia, da Noruega ou do Capão Redondo. O público perde em diversidade, a cultura fica mais pobre. Haverá quem diga que os filmes brasileiros, com exceção das comédias globais e de alguns dramas religiosos, já vinham sendo vistos por pouca gente. É verdade. Nos últimos anos assistimos a um fenômeno curioso: certos filmes brasileiros, como Gabriel e a montanha, As boas maneiras e, agora, Los silencios parecem encontrar maior receptividade na Europa do que nos nossos cinemas. Seria exaustivo tentar explicar as razões disso, que vão desde a concentração das salas exibidoras em shopping centers e multiplexes distantes dos bairros mais populares até o preço dos ingressos, passando por uma certa uniformização do gosto de uma classe média tradicionalmente refratária ao cinema nacional. Com tanta oferta de filmes e séries pelos serviços de streaming e video on demand, é compreensível que muitos espectadores só queiram sair de casa para experimentar no cinema o prazer imediato e sensorial dos efeitos especiais, do 3D, do som Dolby não sei das quantas. Pluralidade ameaçada Para o espectador que valoriza e busca a pluralidade de olhares, de temas e estéticas, restam o diminuto circuito alternativo (as salas do IMS, o Cinesesc, os CCBBs, alguns centros culturais de prefeituras ou de universidades) e eventos como mostras e festivais. Estes últimos receberam recentemente um golpe fatal com a decisão da Petrobras de cortar todos os seus patrocínios culturais, o que ameaça a qualidade e a extensão (se não a realização) até mesmo de eventos de longa tradição, como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o Festival do Rio e o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Para a produção cinematográfica brasileira a situação se agrava com a suspensão dos contratos de fomento da Ancine, noticiada ironicamente na mesma semana em que o festival de Cannes, o mais importante do mundo, anunciou a participação de quatro filmes brasileiros, entre eles Bacurau, de Kleber Mendonça Filho (na competição principal), e A vida invisível, de Karim Ainouz (na mostra Um Certo Olhar). Os outros dois são a coprodução ítalo-brasileira O traidor, de Marco Bellocchio (competição oficial), e Sem seu sangue, longa de estreia de Alice Furtado, na Quinzena dos Realizadores. O setor se mobiliza para reagir. A SPCine, empresa de cinema da prefeitura de São Paulo, e entidades da categoria, como a Associação Brasileira de Documentaristas, divulgaram notas manifestando preocupação com a virtual paralisação da atividade cinematográfica no país, que afetaria centenas de milhares de empregos diretos e indiretos, sem falar no empobrecimento cultural implicado. Num contexto em que toda a produção artística e cultural (incluindo a pesquisa científica e a atividade acadêmica) é colocada sob suspeição pelos donos do poder, e até mesmo vista como franca inimiga por suas facções mais raivosas, a estreia avassaladora de Vingadores: ultimato assume ares de funesto sinal dos tempos. O próprio título se tinge de uma ácida ironia. Nós, que amamos tanto o cinema, começamos a nos sentir estrangeiros em nossa própria terra. https://ims.com.br/blog-do-cinema/terra-estrangeira-por-jose-geraldo-couto/ mds o filme ocupando 80% das salas brasileiras kkkk Bozonaro seu meeeerda obrigado por acabar com o cinema nacional seu filho da filha da filha da filha da puta
  9. lalab

    ÁLBUM MARINA - Love + Fear

    pra mim o masterpiece da Marina ainda é o FROOT. mas acho foda que todos os CDs são diferentes. todos têm uma proposta e sonoridade diferentes, mas ela não perde a essência, que é igual a todos. RAINHA.
  10. lalab

    ÁLBUM MARINA - Love + Fear

    Terminei. Como primeira ouvida, acho o CD mais fraco dela até agora, mas deve crescer com mais ouvidas. o Fear é INFINITAMENTE MELHOR que o Love, é um contraste muito grande. Mas Marina mesmo lançado um CD “fraco”, ainda é melhor que muitos lançamentos pop atuais. rainha que mesmo lançando músicas aquém ainda é boa. <3
  11. lalab

    2ND Aly & AJ - Don't Go Changing

    MORTOOOO QUE JA SAIU
  12. lalab

    ÁLBUM MARINA - Love + Fear

    Emotional Machine maior hino até agora.
  13. lalab

    ÁLBUM MARINA - Love + Fear

    Gostei de Life Is Strange e You to achando a produção muito boa, mas não é minha preferida até agora.
  14. lalab

    ÁLBUM MARINA - Love + Fear

    MDS BELIEVE IN LOVE DESTROÇA O LOVE TODINHO. AMEI!
  15. Anitta pisou no red carpet. Essa premiação ajuda em alguma coisa no iTunes e etc?

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