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MacabX

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  1. @Guilherme Bac, vc desativou o cadastro de novas contas?
  2. Eu não tô aguentando mais esse "error 522" direto
  3. Atualizei a first c/a capa da Veja onde ele revela mais coisas. Ps: tão dizendo no twitter q ele tá fazendo buzz pro seu livro q vai lançar em breve. A Saraiva o agradece pelos mimos.
  4. MacabX

    Política

    http://www.bcharts.net/topic/150032-gente-ex-pgr-rodrigo-janot-planejava-matar-gilmar-mendes-a-tiros-e-cometer-suicídio-logo-em-seguida/
  5. O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse nesta quinta-feira, 26, ao Estado que, no momento mais tenso de sua passagem pelo cargo, chegou a ir armado para uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) com a intenção de matar a tiros o ministro Gilmar Mendes. “Não ia ser ameaça não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele (Gilmar) e depois me suicidar”, afirmou Janot. Segundo o ex-procurador-geral, logo depois de ele apresentar uma exceção de suspeição contra Gilmar, o ministro difundiu “uma história mentirosa” sobre sua filha. “E isso me tirou do sério.” Em maio de 2017, Janot, na condição de chefe do Ministério Público Federal, pediu o impedimento de Gilmar na análise de um habeas corpus de Eike Batista, com o argumento de que a mulher do ministro, Guiomar Mendes, atuava no escritório Sérgio Bermudes, que advogava para o empresário. Ao se defender em ofício à então presidente do STF, Gilmar afirmou que a filha de Janot – Letícia Ladeira Monteiro de Barros – advogava para a empreiteira OAS em processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Segundo o ministro, a filha do ex-PGR poderia na época “ser credora por honorários advocatícios de pessoas jurídicas envolvidas na Lava Jato”. “Foi logo depois que eu apresentei a sessão (...) de suspeição dele no caso do Eike. Aí ele inventou uma história que a minha filha advogava na parte penal para uma empresa da Lava Jato. Minha filha nunca advogou na área penal... e aí eu saí do sério”, afirmou o ex-procurador-geral. Janot disse que foi ao Supremo armado, antes da sessão, encontrou Gilmar na antessala do cafezinho da Corte. “Ele estava sozinho”, disse. “Mas foi a mão de Deus. Foi a mão de Deus”, repetiu o procurador ao justificar porque não concretizou a intenção. “Cheguei a entrar no Supremo (com essa intenção)”, relatou. “Ele estava na sala, na entrada da sala de sessão. Eu vi, olhei, e aí veio uma ‘mão’ mesmo”. O ex-procurador-geral disse que estava se sentindo mal e pediu para ao vice-procurador-geral da República o substituir na sessão do Supremo. A cena descrita acima não está narrada em detalhes no livro Nada menos que tudo (Editora Planeta), no qual relata sua atuação no comando da operação Lava Jato. Janot alega que narrou a cena, mas “sem dar nome aos bois”. O ex-procurador-geral da República diz que sua relação com Gilmar já não era boa até esse episódio, mas depois cortou contatos. “Eu sou um sujeito que não se incomoda de apanhar. Pode me bater à vontade... Eu tenho uma filha, se você for pai...” Procurado, Gilmar Mendes não havia se pronunciado até a publicação da reportagem. https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,janot-ia-ser-assassinato-mesmo-ia-matar-ele-gilmar-e-depois-me-suicidar,70003026931 BÔNUS:
  6. Boatos q a Vaza Jato não teria impacto @Cátia Allen @Adriel @Maarcelo @thesedays
  7. O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria favorável à tese que pode anular sentenças da Operação Lava Jato. O presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, encerrou a votação nesta quinta-feira 26. Até o momento, o placar marcava 6 x 3, a favor da decisão que pode cancelar os processos. Faltam ainda os votos de Toffoli e do ministro Marco Aurélio de Mello. A decisão favorável à tese pode beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no processo do sítio de Atibaia. Votaram a favor da decisão os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Carmen Lúcia. Contrários à tese, votaram os magistrados Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux. O plenário analisa o pedido de habeas corpus apresentado pelos advogados do ex-gerente da Petrobrás, Márcio de Almeida Ferreira. A representação discute o direito do réu delatado de manifestar sua defesa por último, após as alegações dos réus que são delatores. No julgamento do ex-presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, a defesa afirmou que o réu foi obrigado a se manifestar ao mesmo tempo em que delatores apresentaram fatos novos, negando o direito à ampla defesa nas alegações finais. O entendimento da 2ª Turma do STF foi favorável ao habeas corpus de Bendine para que ele se manifestasse após os delatores, e não simultaneamente. Após o julgamento de Bendine, a defesa de Lula também apresentou pedido de habeas corpus, solicitando a aplicação do mesmo entendimento. Na ação do petista, os advogados alegam que ele não teve direito de se defender após as acusações dos réus delatores. No entanto, contrários à decisão argumentam que não há diferença entre réus delatados e réus delatores. Segundo esta posição, a lei brasileira considera ambos como réus e, portanto, não há legalidade na justificativa de que o réu delatado deve se manifestar após os delatores. https://www.cartacapital.com.br/politica/stf-tem-maioria-a-favor-de-tese-que-pode-anular-sentenças-da-lava-jato/ BÔNUS:
  8. O jornalista Gustavo Negreiros foi demitido nesta quarta-feira (25) da rádio 96 FM após atacar de forma grosseira a ativista sueca Greta Thunberg. Ele apresentava o programa 96 Minutos, no horário do meio-dia. A informação do afastamento foi confirmada nas redes sociais pela empresária Giovanna Sinedino, um das sócias da rádio. No entanto, a agência Saiba Mais confirmou com duas fontes que o apresentador não volta mais ao programa: “O jornalista foi afastado imediatamente. Só veio hoje à emissora para se desculpar no ar”, escreveu Giovanna abaixo da postagem de Ênio Sinedino, dono da 96 FM, que pediu desculpas ao público e à própria ativista No programa de terça-feira (24), Negreiros afirmou que a ativista de 16 anos de idade e autista era “histérica”, “mal amada” e que precisava “de um homem e de sexo”. A repercussão das agressões de Negreiros foram catastróficas para a rádio 96 FM. Em menos de 24 horas, três das quatro empresas que patrocinavam o programa suspenderam os contratos e a única que ainda não tinha encerrado o vínculo marcou reunião para quinta-feira a fim de decidir se mantém ou não o patrocínio. O vídeo com as agressões de Gustavo Negreiros viralizaram nas redes de whatsaap e levaram o apresentador aos primeiros lugares do trend topics do twitter nesta quarta-feira. Os nomes das empresas que patrocinam o programa 96 minutos também foram divulgados, com seus respectivos telefones, para que o público pedisse uma posição sobre as agressões. Essa não é a primeira vez que Gustavo Negreiros agride pessoas identificadas ideologicamente com ideias de esquerda. No blog que mantém na internet, o alvo principal dele são políticos e militantes do PT. O jornalista ainda apresenta um programa de televisão na TV Tropical e mantém um blog na internet. https://www.saibamais.jor.br/gustavo-negreiros-e-demitido-da-96-fm-apos-ataque-a-ativista-sueca-greta-thunberg/ BÔNUS:
  9. Forças ao ícone q chamou a polícia de "ladrona": Essa mulher é uma dos ícones daquele vídeo "eu sou robô do bolsonaro":
  10. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou, nesta quarta-feira (25), a pesquisa CNI-Ibope do terceiro trimestre de 2019. Segundo o levantamento, a parcela da população que considera o governo Jair Bolsonaro ótimo ou bom oscilou de 32% para 31%, em relação à edição de junho. O percentual dos brasileiros que avalia a atual administração como ruim ou péssima oscilou de 32% para 34%, no comparativo. As variações ocorreram dentro da margem de erro da pesquisa. A pesquisa ouviu 2 mil pessoas, em 126 municípios, entre 19 e 22 de setembro. Metade dos brasileiros afirma desaprovar a maneira de governo do presidente Bolsonaro, ante 48% do levantamento anterior. Entre os ouvidos, 44% disseram aprovar, em comparação com 46%, aferido na pesquisa de junho. A confiança no presidente segue mesma tendência: 42% dos entrevistados disseram confiar no presidente, enquanto 55% não confiam. Na última edição, 46% dos brasileiros confiavam no presidente, contra 51% que afirmaram não confiar. A pesquisa também avalia a atuação do governo em nove áreas. A segurança pública segue como área mais bem avaliada do atual governo, aprovada por 51% dos brasileiros, seguida da educação (44%), de combate à inflação (42%) e meio ambiente (40%). O combate à fome e à pobreza tem avaliação positiva de 38%; a saúde, de 38%; o combate ao desemprego, de 36%; os impostos, de 32%; e os juros, de 31%. As perspectivas em relação ao restante do governo Jair Bolsonaro também oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa. Para 37% dos entrevistados, os próximos três anos de mandato serão ótimos ou bons, ante 39% da pesquisa anterior. Na contramão, 31% dos brasileiros consideram que o governo será ruim ou péssimo, em comparação com 29% da pesquisa anterior. REGIÕES E ESCOLARIDADE – A popularidade do governo Jair Bolsonaro segue menor no Nordeste, onde 20% avaliam o governo como ótimo ou bom e 47% avaliam como ruim ou péssimo. Na região Sul, onde a taxa de aprovação se mostrava mais elevada, a parcela que considera a atual administração ótima ou boa caiu de 52% para 36%, enquanto os que a percebem como ruim ou péssima subiu de 18% para 28%. O governo é mais bem avaliado entre os entrevistados com educação superior. Neste estrato, 37% dos ouvidos avaliam o governo como ótimo ou bom. Entre a população com até a quarta série do ensino fundamental, 30% aprovam o governo e, entre aqueles com educação fundamental, 29%. GOVERNO TEMER – Para 43% dos entrevistados, atual administração é melhor que a de Michel Temer (2016-2018) – a parcela era de 47%, em junho. A pesquisa mostra, ainda, que 33% dos ouvidos consideram os governos iguais e 20% a avaliam como pior, ante 17% na última edição. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/institucional/popularidade-do-governo-jair-bolsonaro-mantem-se-relativamente-estavel/

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