Ir para conteúdo

Sonia

Membros
  • Total de itens

    124
  • Registro em

  • Última visita

Sobre Sonia

  • Data de Nascimento 02/08/1984

Suas Informações

  • Localização
    São Paulo

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. Nos dias 17, 18 e 19 de maio acontece na vila de Paranapiacaba a “Convenção de Bruxas e Magos”. O tema desse ano será “A Força do Rito”, que edifica todos os rituais e cerimônias que existem no mundo mágico e religioso sem distinção.  Caminhando para sua 16º edição o evento é organizado por Tânia Gori a fundadora da convenção e idealizadora da Bruxaria Natural no Brasil. A convenção se iniciou em 2003 e após essa primeira edição o evento só cresceu, diversos líderes de linhas místicas e esotéricas se juntaram para somar com as atividades do evento. “É gratificante ver a quantidade de pessoas que vem para ver e entender um pouco mais sobre a bruxaria natural, sinto que estou atingindo meu objetivo de mostrar ao mundo que as bruxas são boas e não ruins como dizem por aí", afirma Tânia. A Casa de Bruxa através das Convenções de Bruxas e Magos em Paranapiacaba iniciou uma nova geração de admiradores da Magia e se consagrou como o maior evento do gênero na América Latina, desmitificando muitos preconceitos que haviam com o tema “bruxaria”. O intuito da convenção é proporcionar aos convidados informações sobre energia, bem-estar energético e espiritual e a natureza humana. Ao longo dos três dias de convenção acontecerão palestras, workshops, danças celtas e ciganas, salas temáticas, além disso terão expositores de diversos segmentos mágicos com vários produtos e acessórios, na feira esotérica. Confira a programação completa do evento no site: http://convencaodebruxas.com.br/programacao https://www.resenhando.com/2019/04/paranapiacaba-recebe-maior-convencao-de.html
  2. Após curtir a Páscoa em Nova York ao lado do filho caçula, Luciana Gimenez retornou a São Paulo na segunda-feira (22). Tudo parecia bem nos preparativos da viagem até o momento em que ela entrou na aeronave e se deparou com Simone Abdelnur, atual namorada de Marcelo de Carvalho, seu ex-marido, sentada ao lado da poltrona que havia reservado na primeira classe. A socialite e o sócio da RedeTV! também passaram a Páscoa em Nova York, e eles sabiam da presença de Luciana na cidade, mas não esperavam que ela pudesse embarcar no mesmo voo de volta ao Brasil. O casamento de Luciana e Marcelo chegou ao fim em março do ano passado, e desde então eles tentam manter um relacionamento saudável em prol do bem-estar de Lorenzo, único filho do ex-casal. Fontes do Notícias da TV relataram que Luciana cumprimentou o ex-marido com cordialidade. Mas na hora de estender a gentileza a Simone, acabou ignorada. A socialite apenas virou o rosto e se recusou a estender a mão à apresentadora. As duas, de fato, nunca se deram bem. Tanto que já houve diversas provocações e indiretas de ambas as partes nas redes sociais. Simone, mais discreta, fez isso em proporções bem menores que Luciana. Por ironia do destino, Luciana trazia uma mensagem nada simpática estampada em sua camiseta no voo em que deu de cara com Simone: "Fuck off". A gíria da língua inglesa, bastante popular nos Estados Unidos, pode significar "Caia fora" ou "Vá para o car*". Durante o voo, Luciana não fez mais nenhum contato com o casal. Ao aterrissar em São Paulo, os três deixaram a aeronave e evitaram trocas de olhares até o momento em que se perderam de vista. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/celebridades/climao-no-ar-luciana-gimenez-volta-de-ny-ao-lado-da-namorada-de-seu-ex-marido-26308
  3. Verdade. Dá para visitar pelo Google Street View: https://www.google.com/maps/@33.8564164,134.01964,3a,75y,206.82h,76.57t/data=!3m6!1e1!3m4!1setLiXs72YBk7JBAWGp0oiw!2e0!7i13312!8i6656 Os bonecos tem personalidade própria e estão a cada dia fazendo coisas diferentes:
  4. Para preencher o vazio e “repovoar” uma aldeia, uma japonesa muito habilidosa fez inúmeros bonecos. E agora eles são vistos sentados com seus livros em uma escola fechada, alinhados na rua… Em todos os lugares de uma aldeia carente de moradores. Nagoro é uma aldeia montanhosa do oeste do Japão, a mais de 500 km da capital. Um povoado que teria caído no esquecimento se não fosse pela imaginação de Tsukimi Ayano, que foi colocando criaturas do tamanho de pessoas aqui e ali para afastar a solidão. “Somos apenas 24 pessoas vivendo aqui, e os bonecos, 10 vezes mais: são cerca de 270”, explica esta habitante de 69 anos que vive sozinha com seu pai. A escola fechou há sete anos pela falta de professores, lembra. “Agora já não há crianças. A pessoa mais jovem da aldeia tem 55 anos”. Em frente a uma loja abandonada, uma “família” espera, muito agasalhada, neste dia frio de março. E perto do ponto de ônibus, um “pai” arrasta um carrinho cheio de “crianças”. – Pedaços de pau, jornais e lã – Há 16 anos Ayano colocou na horta um espantalho vestido com a roupa de seu pai. “Uma pessoa que passou por ali acreditou que era ele e o cumprimentou, foi divertido”, lembra. Desde então ela não parou de criar bonecos. Usa pedaços de pau e jornais para fazer o corpo, tecido elástico para o rosto e lã para o cabelo. Como toque final, pinta de rosa os lábios e as bochechas. Quando Ayano era criança, Nagoro contava com cerca de 300 pessoas, tanto residentes como trabalhadores do setor florestal e da construção de represas. “Pouco a pouco as pessoas foram indo embora. Agora você se sente sozinho”, declara Tsukimi Ayano. “Fiz bonecas, algumas vezes, para me lembrar de quando a aldeia era animada”. Este caso é emblemático do mal da terceira economia mundial, que enfrenta um rápido declínio demográfico em um contexto de baixa taxa de natalidade. – Êxodo rural – Como Nagoro, cerca de 40% dos aproximadamente 1.700 municípios do Japão sofrem despovoamento. O arquipélago envelhece lentamente. Em breve será o país com a população mais velha do mundo, o que significa que 28% dos habitantes terão ao menos 65 anos. Serão quase 40% em 2050. Nesse ano a população haverá diminuído dos 127 milhões atuais para 100 milhões. Depois da Segunda Guerra Mundial, muitos povoados japoneses viviam da silvicultura e da agricultura mas os jovens começaram a ir embora das aldeias nos anos 1960. “A economia era florescente em Tóquio e nas regiões industriais de então. Ali se podia ganhar dinheiro”, afirma Takumi Fujinami, economista do Instituto de Pesquisa do Japão. O fenômeno continuou durante os últimos anos apesar da promessa do primeiro-ministro, Shinzo Abe, de revitalizar as regiões. “Fazer a população voltar é muito difícil”, afirma o especialista. Dar ajudas para atrair pessoas não é suficiente. http://istoe.com.br/bonecos-acabam-com-a-solidao-de-uma-aldeia-despovoada-no-japao/
  5. Só falta o marquês não é? @Marquinhos C.

Publicidade

FACEBOOK

×