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Paquito

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  1. Os últimos dados oficiais de vendagem datam de 1993 e marcam 2.701.435 cópias vendidas. Infelizmente depois dessa data não há uma fonte confiável e atualizada como o Nopem que fornecia a vendagem dos álbuns no Brasil. Será que ultrapassou 3kk?
  2. Árabe só tem PAUZÃO. Ela tá passando bem.
  3. C L A R O. Sou um eterno baixinho, amiga! Não só escuto como canto, danço... um 'xou' completo.
  4. Quando ele for ao Superpop, descobriremos.
  5. SERÁ QUE DÁ PRA DESCOBRIR O/A FILHO DA - QUE GRAVOU??? A PESSOA DÁ UMA QUE TÁ MEXENDO EM SEU CELULAR, MAS NA VERDADE ELA TÁ TE FILMANDO, COM O INTUITO DE QUÊ, FODER A SUA VIDA???
  6. Ouçam esse CLÁSSICO do pop nacional:
  7. Vendagem Lembram que o João Araújo tinha falado que esperavam que Xuxa batesse o próprio recorde? Pois ela conseguiu! Xuxa fechou 1987 como dona do disco mais vendido no ano. O Xegundo permaneceu no topo dos mais vendidos por 6 semanas consecutivas, no total de 13 semanas. (Fonte: Jornal Folha de São Paulo e Nopem) Os últimos dados oficiais de vendagem datam de 1993 e marcam 2.701.435 cópias vendidas. Infelizmente depois dessa data não há uma fonte confiável e atualizada como o Nopem que fornecia a vendagem dos álbuns no Brasil. Os ensaios Se o repertório do disco seguiu a fórmula de sucesso do primeiro, o ensaio da capa também. Com fotos de James Reda e Joseph Kieny, os mesmos responsáveis pela capa do Xou 1, temos Xuxa novamente em corpo inteiro em mais uma pose que se tornou clássica. Se no disco anterior, a foto foi tirada de um ensaio já pronto para ilustrar a capa de última hora; agora Xuxa posou com toda calma para os fotógrafos. Na contracapa as referências ao Xou ficam por conta das ilustrações de Reinaldo Waisman que se misturam a outras fotos do ensaio da capa e mais outros dois: um externo onde Xuxa aparece com seu sobrinho e outro em estúdio onde a loira lança mão das transparências. Poucas fotos desse ensaio foram divulgadas, as mais famosas foram publicadas pela revista Manchete de 29/08/1987. A capa ainda rendeu algumas inspirações mundo afora para outras cantoras: Patsy na Argentina ganhou o prêmio "Ctrl+C Ctrl+V de ouro", já a cantora japonesa Koda Kumi foi uma coincidência e tanto... ou não? #XuxaDidItFirst Invadindo a Terra na tela do computador... O Xegundo Xou da Xuxa fez história na música, nos charts, no programa, mas sobretudo na memória afetiva dos baixinhos que dançavam a Festa do Estica e Puxa ou imitavam a coreografia de Circofrente às suas TVs. Quem nunca fez pelo menos um pedacinho de Ginástica? Há 31 anos Xuxa falou “É, baixinhos... com certeza vocês são o amanhã. Que legal que a gente está junto hoje...” Não sabemos se ainda podemos nos chamar de “amanhã”, mas com certeza é muito bom poder repetir “que legal que a gente está junto hoje”!!! O Xuper Blog agradece ao produtor musical Guto Graça Mello, aos compositores Lucas RoblesPaulo César Barros e Fred Góes pela gentileza e atenção e a você que embarcou na mesma nave que a gente há 31 anos! Fonte: [Exclusivo aos membros]
  8. Escolhendo o repertório e gravando Se a exigência era grande a oferta também era. Xuxa recebeu cerca de 900 músicas. Dessas, só 14 entraram para o disco. Guto chegou a acompanhar a leva de canções, mas acabou deixando a produção: “ Apesar de todo o sucesso do primeiro disco, durante a produção do segundo houve um desentendimento com a diretora da época. Para não gerar conflitos, em respeito à Xuxa, achei por bem me afastar do projeto, assim como da Som Livre.” (Guto Graça Mello, em bate-papo com o Xuper Blog, junho/2017) A partir de então Michael Sullivan e Paulo Massadas assumiram a produção. Os dois já tinham trabalhado com Xuxa nas gravações do disco Clube da Criança (RCA, 1984). “ O disco é dirigido não só para os baixinhos, mas também para os adolescentes. Tem músicas para crianças de um ano e, também, para aquelas gatinhas que já estão se transformando em mulher. Eu recebi 900 músicas e, no final, sobraram 14. Não deu pra diminuir mais o disco porque eu gostava de tudo. Todas são o meu xodó.” Com a saída de Guto, Sullivan e Massadas assumiram o posto de produtores do álbum E Xuxa achou um jeitinho todo especial de testar suas canções: depois de escolhida, a música tinha sua base instrumental tocada nos intervalos do programa, para que a loura pudesse observar a reação dos baixinhos. Se a garotada ficasse indiferente, a música era reprovada. (Jornal do Brasil – 26/06/1987) Depois, a loira punha voz dando início ao processo de gravação. Quando a jornalista Gisele Porto questionou se a loira havia se preparado para a gravação do segundo disco, Xuxa foi honesta e revelou detalhes curiosos desse processo: “ Eu não tinha tempo pra isso (se preparar melhor para gravar). Esse segundo disco nós gravamos em 20 dias, depois que o Sullivan e o Massadas substituíram o Guto na produção. Eu adotei alguns truques que o Massadas me ensinou, como beber água antes de gravar. Daí passei a beber dez copos d’água antes de cada música, fazer gargarejo. Acho que era psicológico, mas eu precisava. (...) Fui ver o espetáculo da Marília Pêra e perguntei o que ela fazia para cantar tão bem, além de estudar canto. Ela me disse para fazer mais caretas, soprando o ar que dava certo, e, agora, eu gravo fazendo isso. “ A dupla de produtores ganhou desenho feito por Xuxa no encarte do disco Lançamentos O Xegundo Xou da Xuxa foi editado inicialmente em LP e K7. O CD só saiu 8 anos depois. A fita K7, como de costume, não trazia nenhum atrativo. O fato da foto ser pensada para a capa de um LP fez com que a gravadora precisasse preencher o espaço com os nomes das músicas, desvalorizando ainda mais a arte. Já a versão em LP rendeu bem mais. Foram feitas duas tiragens: uma simples, tradicional, vendida desde a época do lançamento e outra em formato gatefold (a popular capa dupla), vendida no final de 1987. O formato gatefold se abre como se a capa fosse um livro e sua função primordial é abrigar um segundo LP. Xegundo em versão gatefold: capa dupla mal aproveitada No caso do Xegundo, isso não aconteceu e apenas adaptaram o encarte para o formato. O que acabou se tornando um desperdício de espaço, pois a parte interna é justamente para estampar imagens ou artes diferentes de uma versão simples. A cartinha de Xuxa ganhou destaque na capa dupla O formato gatefold do Xegundo fazia parte de uma série de LPs chamada “Super TV” que a Som Livre adotou no ano de 1987, ou seja, não foi só para Xuxa, até os discos das novelas da Globo vinham com o selinho da coleção na capa. O selo "Série Super TV" saiu somente na capa dupla Outra diferença entre a capa simples e a dupla era o encarte. A capa simples ganhou um encarte duplo com a “cartinha de Xuxa” e os créditos do disco de um lado e as letras das músicas do outro. Já a capa dupla contava com um encarte simples onde de um lado estavam as músicas do Lado A e no verso as do Lado B. As cores do encarte também se diferenciam nas versões simples (preta) e dupla (rosa) Só em 1995, o álbum ganhou sua primeira edição em CD. O lançamento aconteceu de forma simultânea com o álbum Xou da Xuxa. Já que o Karaokê da Xuxa – também de 1987 – não seria lançado no formato, a gravadora optou por dividir as quatro faixas inéditas do projeto entre os dois discos. Assim o Xegundo passou a contar com 16 faixas, ao invés das 14 originais. Já falamos da nossa insatisfação à forma de como isso foi feito (no post do Xou da Xuxa – O Disco), mas vamos voltar um pouco ao tema. As faixas extras escolhidas para figurar no Xegundo foram “Estrela Guia” e “Beijinho Beijinho”, canções que não foram pensadas para o disco. Não procedem as histórias de que Estrela e Beijinho (assim como as que foram para o volume 1) fossem faixas descartadas do Xegundo, mas isso vamos abordar no devido tempo. Colocar Estrela Guia para abrir o CD é quebrar a concepção de uma obra. O disco não era natalino e sequer foi lançado na época de Natal. Que as faixas fossem colocadas ao fim do repertório como faixas-bônus. A versão em CD "ganhou" como faixas bônus duas músicas do Karaokê da Xuxa Tivemos outros 3 relançamentos em CD: 1997, 2006 e 2013. Somente na edições de 1995 e 1997 foi mantido o encarte original (adaptado para o formato), entretanto a contracapa foi mantida em todas edições na parte interna.
  9. Alô, galera! Nós vamos curtir agora a maior festa do ano! É a festa do estica e puxa do “Xegundo Xou da Xuxa”! E não é que é a festa da Xuxa? É da Xuuuuu... Fala a verdade, você leu esses versos imaginando a voz do Moderninho, não foi? Provavelmente seria assim que o boneco de espuma da turma da Xuxa anunciaria a festa dos 31 anos do álbum “Xegundo Xou da Xuxa”, lançado pela Som Livre em 23 de junho de 1987. O Xegundo Xou da Xuxa veio para lapidar todo o processo iniciado no volume 1. A fórmula era a mesma, mas agora tudo fazia mais sentido, tinha mais identidade. A ideia de se montar um disco que alimentasse toda a estrutura do programa da TV estava concretizada e bem executada. Tinha a música para dançar, para comer, para o desenho, para a atração... tudo para que o baixinho se sentisse dentro do programa e junto com a turma da Xuxa. Aliás, esse é o disco mais “turma da Xuxa” de toda a série Xou da Xuxa. Se no primeiro, ninguém sabia quem eram o Betão, a Juliana, o Zé ou a Lola; agora todo mundo sabia exatamente quem eram Praga, Dengue, Moderninho e as Paquitas... E o Xuxo! Sim, ele estava de volta, mas sem choro ou despedida. Só alegria! O cachorro que não brigava com gatinhos, mas perseguia sapos, agora até participava de uma banda, a banda da Xuxa. Na contracapa todos os personagens da turma tiveram destaque Banda da Xuxa, Festa da Xuxa, Receita da Xuxa! Opa, receita, não! ReXeita. A língua do X também encontrou seu lugar, mas se resumiu ao nome do disco e ao título da canção. Então vamos usá-la mais um pouco e entender porquê o Xegundo Xou foi mais um xuxexo da Xuxa! Um é pouco, dois é... melhor ainda Os excelentes resultados obtidos com as vendas do primeiro disco “Xou da Xuxa”, levaram a gravadora a esperar menos de 1 ano para colocar nas lojas o volume 2 da fórmula. O sucesso de Xuxa crescia em projeção astronômica e a Som Livre tinha que acompanhar. Colocar o segundo disco nas lojas ainda nos rastro das excelentes vendas do primeiro foi a estratégia da gravadora Som Livre A produção do disco, inicialmente, ficou a cargo de Guto Graça Mello – produtor também do disco 1. Guto contou no programa “Os Anos 80 Estão de Volta”, exibido em janeiro deste ano no Canal Viva, que, após o sucesso de vendas do primeiro disco, não havia compositor que não quisesse enviar sua música na esperança que a faixa se tornasse uma das integrantes do “segundo” disco da Xuxa; afinal isso significaria um adiantamento de Cz$800 mil (*) em direitos autorais (informações do Jornal do Brasil em 26/06/1987). (*) Equivalente a pouco mais de R$200 mil hoje A loira contou ao jornal O Globo que agora não podia se dar ao luxo de fazer um disco “para ver no que daria”, o peso era muito maior: “ A exigência agora é muita, mas vai ser bom, farei igual ou melhor que o primeiro. Mas não estou preocupada com o resultado das vendas, não sou uma cantora. Fico muito mais gratificada por ser uma apresentadora que, nos shows em ginásios e estádios do Brasil, canta com 25 a 30 mil crianças em coro total. Elas decoram as letras para me mostrar. É um carinho e é muito bom. Quem escolhe o repertório do disco é o Guto, eu dou palpites na escolha de cinco ou seis faixas porque acredito no meu “taco” com as crianças. ” (O Globo, 16/03/1987) Guto Graça Mello começou a produção do "Xegundo" e acompanhou a avalanche de composições enviadas à estrela. Todos em busca do "toque de Midas" de Xuxa! E realmente a exigência era maior, coroada Rainha do mercado fonográfico, Xuxa ouviu de seu “chefe” João Araújo, então presidente da Som Livre: “ A Xuxa já é rainha do mercado fonográfico brasileiro e latino-americano. A nossa expectativa é de que ela bata seu próprio recorde, que é de 2 milhões e 600 mil cópias, o que Roberto Carlos jamais conseguiu. Xuxa é um fenômeno, sem dúvida. “ (O Globo, 18/06/1987) A Som Livre investiu Cz$ 3 milhões e 500 mil – o equivalente a cerca de 1,5 milhão de reais, hoje – na produção do álbum e não se arrependeu. O disco saiu com um milhão de cópias vendidas ANTECIPADAMENTE. _ Tem o disco da Xuxa no catálogo, o senhor quer? Me vê uns dez pra eu vender na loja _ Mas é o novo e só sai mês que vem, tá? Ahhh, nesse caso me arruma uns 25... Um número de fazer brilhar os olhos da gravadora, mas também bastante interessante para a Rainha, afinal a negociação lhe garantia uma porcentagem maior sobre as vendas – maior que os 14% pagos a Roberto Carlos, Maria Bethânia ou Rita Lee na época, por exemplo. Para se ter uma ideia, se fossem vendidos 2 milhões de LPs, Xuxa faturaria 25 milhões de cruzados(*) (Informações das revistas Afinal de 14/07/1987 e Playboy de agosto 1987) (*) aproximadamente R$7,9 milhões hoje.
  10. Delícia e CORAJOSA. Eu nunca fiz isso em público, amiga. Só em Parada Gay, mas isso nem conta, né... tava no meio dos viados.

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