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Encontrado 107 registros

  1. O mundo da música ficou em polvorosa quando após o escandaloso e histórico VMA de 2003, Britney anunciou o primeiro single de seu aguardado quarto álbum vindo em dueto com ninguém menos que Madonna, que na época estava em baixa nas rádios por causa do fracasso comercial de seu disco ''American Life'', mas em compensação estava sendo constante notícia na imprensa por conta do grande sucesso de sua turnê Re-Inventation Tour. ''Me Against The Music'' veio com grande apelo comercial no mundo todo, pois o beijo lésbico das duas ainda estava muito fresco na cabeça das pessoas e o clipe chegou cheio de insinuações sendo executado e comentado em todos os canais de televisão do mundo, sendo musicais ou não. Apesar de nunca ter tido um live das duas juntas, somente o clipe de Me Against The Music foi o suficiente para marcar na memória de todas as pessoas (fãs ou não) o fato de que Britney Spears e Madonna fizeram uma música juntas e todo mundo se lembra de que este clipe foi um mega sucesso nas MTV's do mundo todo. Apesar da música não ter sido um grande sucesso no mercado americano, ela foi um HIT a nível mundial, não só pelas rádios, mas pelo marketing bem sucedido que a parceria de 2 mega estrelas registrou na história da música Pop. Vocês se lembram?
  2. Hoje em dia não tem mais sentido lançar os tais álbuns ''deluxe'', porque todo mundo baixa as bônus fácil na internet, mesmo. Depois que álbuns com mais de 12 ou 13 músicas ficam cansativos pra se ouvir inteiros. E ainda, pelo menos pra mim e acredito que pra muitos de vocês também, parece que álbuns mais curtinhos dão a impressão que foram feitos com mais cuidado, com mais capricho, com músicas mais selecionadas. Eu espero que o próximo disco da Mariah Carey venha com no máximo umas 13 músicas sem esta história ridícula de edição deluxe, pois não há mais nenhum sentido nisso, a não ser que o álbum seja relançado e que estas novas músicas sejam SINGLES, mas tem alguns álbuns que são lançados com edição deluxe e dão a impressão que querem salvar o álbum do flop absoluto, colocando 5, 6 músicas a mais... credo.
  3. O grupo assinou seu primeiro contrato com a Columbia Records em 1997 e a formação era: Beyoncé Knowles, Kelly Rowland, LaTavia Roberson e LeToya Luckett. No mesmo ano lançaram seu primeiro single "No, No, No" que debutou em #64 e teve um peak #3 no Hot 100, após o single veio o lançamento do primeiro álbum "Destiny's Child" em 1998. Em 1999 o grupo lançou seu segundo álbum: The Writing's on the Wall. Os singles "Bills, Bills, Bills" e "Say My Name" foram #1. Após conflitos internos as integrantes LaTavia e LeToya foram substituídas por Michelle Williams e Farrah Franklin. Farrah Franklin deixou o grupo em 2000. E teve início a formação mais lembrada. Em 2001 lançaram o álbum Survivor, a faixa título era uma resposta a um radialista que disse que o grupo era como o Reality Show "Survivor" (que no Brasil foi chamado de "No Limite"), e estavam todos tentando descobrir qual integrante seria a próxima a deixar a ilha (no caso o grupo). O álbum debutou em #1 com e teve o maior debut de um grupo feminino na era Soundscan e o debut mais alto de qualquer artista da Columbia Records na época. "Survivor" passou seis semanas em #2. "Independent Woman" ficou em #1 durante onze semanas. "Bootylicious" foi #1 por duas semanas. Após um hiatos de dois anos o grupo voltou em 2004 com o "Destiny Fullfilled", quarto e ultimo disco de estúdio. Lose My Breath teve um peak #3 Soldier foi #3 Girl #23 Cater 2 U #14 Mas então, mores. Um possível retorno das DC faria algum barulho? Há espaço para elas no cenário musical atual ou é melhor deixar como está?
  4. @Angel mija a tag, por favor Na minha opinião: J.Lo, Black Eyed Peas (só salvo os singles) e Katy Perry
  5. Só torço pela Mariah que não é minha fave mas é quase como se fosse... ela é tipo 95% do que minha fave é pra mim... então é isso, a Mariah. Volta Rainha do R&B, nós precisamos ver você em #1 no hot 100 novamente desprezando outros artistas com suas ironias sutis e com aquele olhar de vaca desprezível que só você tem quando quer dar shade em alguém.
  6. MADONNA. Por nenhum motivo em especial, ela perdeu o brilho que tinha pra mim à partir de Hard Candy e nunca mais consegui gostar muito de nada que ela lançou por mais que falassem bem, sei lá... não tem motivo, só perdi o interesse por ela. Eu até gostei dos álbuns, mas foi aquela coisa... ouvi umas poucas vezes e abandonei, não é como as músicas antigas que ouvia zilhões de vezes e grudavam na minha cabeça e volta e meia ouço até hoje. Minha fave é a Britney e confesso que ouvi pouco o Glory e o Britney Jean
  7. Seus feitos musicais não são poucos. Preta tem em seu repertório ao menos 3 hits de grande aclamo nacional, "Sinais de Fogo", "Meu Corpo Quer Você" e "Stereo" . E algumas musicas que fizeram sucessos locais, como Andaraí, Medida do Amor, Eu e Você, Você e Eu, Mutante e Meu Valor. Pra qualquer casa de show gay no país, contratar Preta Gil é sinônimo de casa lotada, mesmo sem hits atuais nas rádios, um show de Preta Gil não tem o cachê menor do que 80 mil reais (está avaliado entre 80 - 150 mi reais). E seu "bloco da Preta" no Rio de Janeiro é responsável por um dos maiores públicos no carnaval, além de ser marcado como um dos primeiros blocos voltados ao Público LGBT. Mas vá em frente e continue subestimando Preta Gil, ela está acostumada com isso! E continue chamando ela de escorada por ter feito um feat com a Anitta (apenas para entrar em um DVD), ou por estar agora divulgando sua parceria com Pabllo Vittar. Preta Gil, que completou 43 anos no último dia 8, batalhou muito para chegar onde chegou, mas na história recente de sua carreira, notamos que o público jovem prefere simplesmente despejar hate gratuito na moça, e chama-la de escorada. Mas ela já se acostumou em sofrer todo tipo de preconceito e ter ódio despejado sobre sua cabeça, desde o dia em que nasceu, seu nome "Preta Maria", teve o Maria como condição do escrivão, que se recusou a lhe dar o nome de apenas Preta, como queria seu pai. "Mas por que? Existem Biancas, Brancas, Claras, Rosas e não pode ter Preta?" E o escrivão disse: "Tudo bem, você vai botar Preta, mas só se botar um nome católico junto. Preta começou sua carreira como produtora, ela produziu mais de 15 vídeos para a MTV Brasil, ela chegou até a abrir sua própria produtora, Em junho de 2002, Gil e sua pequena banda de amigos organizaram 2 shows no bar Mistura Fina, no Rio, aonde após sair do palco decidiu se tornar cantora. Seu primeiro álbum, "Prêt-à Porter" foi lançado em 2003, quando a mesma já tinha 29 anos, e um filho de 8 anos. No Shoot do álbum preta escolheu tirar fotos nuas, ela descreveu a ideia como uma "renascença", com sua estreia na musica, De cara ela foi perguntada se tinha certeza que era isso que queria, e foi alertada de que isso poderia gerar escândalo. Inocentemente, Preta disse que desde que ela tinha de incluir outros cantores no disco, cantores que também estavam nus nas capas de seus CDs, não seria um "peito para fora" que poderia causar qualquer polêmica. Porém a polêmica aconteceu, tanto na época, quanto nos dias de hoje, já que vira e mexe as fotos do encarte ressurgem na internet. Preta que é assumidamente bissexual, nunca teve problema em reafirmar sua etnia e é contente com o próprio corpo, sempre foi a público responder críticas e nunca deixou de dar sua verdadeira opinião:
  8. A música sempre foi movida a números. Números importam para gravadoras e fãs. A busca por números assume muitas formas, mas vamos focar em uma que costumava ser crucial e hoje em dia, aparentemente, deixou de ser importante: Performances. Artistas lendários como Tina Turner, Michael Jackson, Janet Jackson, Madonna, os que vieram antes deles e depois valorizavam o palco. Mesmo com discos e clipes que revolucionaram o mundo da musica, eles consolidaram os nomes como potências performáticas incontestáveis, servindo de referência até hoje. Falaremos das mulheres Durante um bom tempo as performances eram uma das formas mais eficazes de aumentar o interesse em uma artista e seu trabalho (talvez a mais importante). Chegando nos anos 2000 tivemos a manutenção desse legado com: Jennifer Lopez Christina Aguilera Britney Spears Beyoncé P!nk (só para citar as que ainda tem alguma importância nos dias de hoje no mainstream). Lady Gaga apareceu no fim dos 2000 no que pareceu ser um sopro de esperança para fãs de artistas moldados para o palco. Nessa década aparentemente não apareceu nenhuma artista (mainstream) que marcasse os palcos como as gerações anteriores e coincidentemente entramos definitivamente na era do viral. Hoje em dia, falando de excelência em um palco, temos apenas as remanescentes: Madonna Jennifer Lopez Beyoncé P!nk Lady Gaga. Rihanna começou uma evolução nos últimos anos, mas não parece ser a prioridade dela como artista. Christina começou a entregar trabalhos intimistas. Britney está buscando reconquistar seu lugar nos palcos timidamente. Nos dias de hoje podemos observar que os nomes do momento não se preocupam em dar o melhor nos palcos. Não precisa ser icônico para ser excelente ou bom. Mas então, mores. Acabou a era das performers? Performance não é tudo? Cada artista domina o palco de um jeito? Os fãs estão menos exigentes com performances? As artistas são limitadas? Há esperança de renovação? A salvação está nas artistas que não são A List?
  9. Aparamente sem ter feito nada e sem treta com ninguém. Bebe Rexha recebe muito hate, qual o motivo? Piadas e hate dela não é só aqui na BCharts mas em todo fórum. O que leva a isso?
  10. Nunca vi tanto hate em cima da Katy como nos últimos tempos. Não que ela seja minha preferida, mas a galera tá com uma implicância com ela sem motivos. E você, o que acha?
  11. O pop brasileiro esta ressucitando aos poucos, diante da grande saturação do sertanejo universitário. Artistas como Anitta, Nego do Borel, Ludmilla e agora Pabllo Vittar são os poucos que conseguem obter sucesso em um ritmo mais pop. Qual dessas novatas vocês acham que ainda podem fazer um barulho no pop nacional? Sofia Oliveira IZA Gabily Lary P.S.: Sei que tem muitos fãs da Gavassi no fórum mas só considerei artistas sem álbum ainda e ela com 3 albuns lançados, ta longe de ser novata
  12. Relembrar é viver né amigas? Quem não lembra desse tópico aqui? Nesse tópico, tivemos varias perolas... Vamos relembrar algumas? E até hoje esse fã da Selena deve ter os prints guardados, não é mesmo? E ai, quem vai se sair melhor em álbum? Selena? Miley? Demi??? Ou Camila? Obs: Os fãs da Camila que são pretensiosos em comparar ela com veteranas e achar que a hot tracks in the club ia fazer barulho por causa de musica que nem dela é, agora aguentem né não? hehehe
  13. Claudia Leitte e Anitta vivem a internacionalização de suas carreiras e ambas com apoio de suas gravadoras, como já aconteceu no Brasil em 2002, na época com Sandy & Junior, febre brasileira que ganhou prioridade máxima na Universal Music para lançamento internacional. Muito se fala de Anitta representar o Brasil, o lançamento de “Paradinha” foi um acontecimento no Brasil, mas fora foi apenas mais uma latina tentando espaço em um cenário dominado por nomes como Shakira, Thalía e Paulina Rubio, alguma delas com mais de 4 décadas de sucesso. O México tem exportado os principais nomes do pop latino e porque o Brasil não pode apoiar a internacionalização de mais nomes? A questão não é nem o lançamento do single de Anitta e sua “Paradinha”, mas a pergunta é: Porque não demos a Claudia Leitte o mesmo voto de confiança que damos a carioca vinda do funk? Muito se fala sobre Anitta ter introduzido a música em espanhol no Brasil na atual década, mas antes de “Sim ou Não” virar hit no Brasil, Claudia Leitte já tinha enfrentado a massa e as rádios com o lançamento de Corazón (um dos temas do carnaval em 2016, que trazia a colaboração de Daddy Yankee, um dos nomes por trás de “Despacito”) e o texto nas redes sociais eram os mesmos: Como ela quer conquistar o mundo cantando em espanhol? O hit não teve as mesmas proporções de “Sim ou Não”, que também ganhou o reforço de um dos nomes mais influentes no cenário pop em espanhol, mas figurou nas rádios e abriu espaço para futuros singles, incluindo o sucesso da colaboração de Anitta para J Balvin, lançada um mês depois. O boom latino é presente no mundo inteiro e hits como Despacito (Luis Fonci ft. Daddy Yankee), Mi Gente (J Balvin), Vente Pa’ Ca (Ricky Martin Ft Maluma) e Desde Esa Noche (Thalia ft Maluma), dominaram os charts na América Latina e abriram espaço para novos nomes surgirem e aí que entra Claudia Leitte e Anitta. De olho nesse mercado, a edição americana da Billboard destacou os lançamentos de Sua Cara, que incluí ainda Pabllo Vittar, e o atual single “Baldin de Gelo” de Claudia Leitte, que faz mistura do espanhol com o português e antes que critiquem, um single com dois idiomas é comum no mercado latino, Thalía e Becky G, assim como Prince Roys com Jennifer Lopez, utilizam do feito para ampliar seus mercados. A questão é simples, o preconceito por trás do nome de Claudia Leitte é puramente uma ignorância de algumas pessoas, que por um preconceito velado, desvalidam o feito de uma brasileira para valorizar o mercado internacional, ou já esquecemos da Copa do Mundo? Quando ao invés de celebrarmos Claudia Leitte na abertura do mundial, vangloriávamos Jennifer Lopez e queríamos Shakira no mundial, agora será que na Colômbia vão pedir Anitta? O que precisamos é aceitar que do mesmo jeito que o México tem nomes como Thalía e Paulina Rúbio, o Brasil pode exportar Anitta, Claudia Leitte e Pabllo Vittar, basta antes de tudo o brasileiro reconhecer o talento de cada uma. E a atenção é válida, afinal com todo investimento da Warner Music em “Paradinha”, foi Maite Perroni, também da gravadora, que estreou com Loca na lista pop da Billboard Latina, por isso a atenção! E onde entra Sandy & Junior nisso? É incrível como memória do brasileiro é curta e por isso alguns cuidados são necessários para não criamos expectativas e gerar pressão no artista que amamos. Com sucesso tão grande como Anitta ou ainda superior, afinal vender 1 milhão de CDs em dois dias, não sabemos se pode ser comparado, mas a questão é que do mesmo jeito e com uma estratégia tão boa quanto, o brasileiro viu o sonho da internacionalização de Sandy e Junior naufragar, e lembre-se Sandy também havia gravado como um dos nomes mais influentes da América Latina, Enrique Iglesias e for sucesso também na parceria com Andrea Bochelli. Outro nome que figurou forte foi Alexandre Pires, que entrou para o TOP 10 da Billboard Latina com alguns singles em Espanhol, lançou seu CD e esteve nas principais premiações nos EUA. Veja o histórico do cantor na Billboard Latina. Anitta vem aí para lutar por seu espaço, mas acreditem, nomes como Claudia Leitte já estão na estrada há um tempo e merecem nossa atenção. http://omegahitz.com.br/porque-enaltecemos-anitta-e-depreciamos-o-trabalho-de-claudia-leitte/
  14. Achei esse tema de discussão na Pan e, sendo muito válido pra discutir, trouxe pra nós, créditos no fim do post. O álbum começou mal, com 3 pré-singles que não vingaram e não caíram na boca do povo. Todos diziam que a era ARTPOP tinha chego pra RiRi. O álbum foi lançado de surpresa por erro da gravadora, e debutou com 460 cópias, virando piada na pan, isso sem falar da Samsung e dos streams fakes do Tidal, que alegou que o álbum tinha vendido 400k cópias só no primeiro dia, e sendo desmascarado pela Forbes. Como se isso não fosse o suficiente, a Anti Tour tava encalhada e teve que reagendar quase todos os shows em estádios para arenas com metade da capacidade ou menos. Ninguém achava que a Rihanna conseguiria sair da limbo e todos diziam que sua carreira havia acabado. Eis que Work se torna um hit espontâneo, mesmo sem divulgação, atingindo o Topo da Hot 100 antes mesmo do clipe sair. E lá ficou por 9 semanas consecutivas, se tornando o maior hit feminino do ano de 2016, com vendas estimadas em +10kk WW com streams segundo o IFPI. Mesmo assim, todos achavam que a era se resumiria a isso, e que o sucesso da música era parabéns Drake. Eis que Needed Me se tornou um hit espontâneo também, mesmo sem divulgação, atingindo o Top 10 da Hot 100 sem feat, ficando no Top 10 por mais de 4 meses, quebrando recorde de música que passou mais tempo no Top 10 sem atingir o Top 5, e ainda ultrapassando os streams de Work no US e se tornando a música feminina mais executada na história do país. E ainda se tornou a música da Rihanna com mais semanas na Hot 100, ultrapassando as semanas de We Found Love, e outros smashs da rainha. Pronto, acabou né? Só que não. Ainda tinha Love on the Brain. Mesmo sem divulgação a meses e sem clipe, a música se tornou um grande sucesso nas rádios e com desempenho considerável no iTunes, chegando ao Top 5 da Hot 100, superando o peak de Needed Me. Quem esperava isso? Ninguém. Mais um hit solo para era que todos diziam que só teve hit graças ao Drake, e tudo isso sem clipe pra música, se tivesse um clipe foda iria bombar nos streams e possivelmente pegar Top 3, quem sabe até mais. Agora sim, acabou né? Só que não de novo. Como se não bastasse 3 hits, o álbum ainda rendeu outras duas músicas que receberam certificação de platina, foram elas Kiss It Better e Sex With Me. Essa última NEM SINGLE FOI, e mesmo assim passou várias semanas na Hot 100. Imagina se tivesse sido single, com divulgação e clipe. A Anti Tour, que todos diziam ser um fracasso, no fim lucrou +100kk segundo a Forbes. O álbum, que no início todos diziam ser um fracasso, rendeu 5 singles platinados, +2 bilhões de execuções no Spotify e vendas estimadas em +4kk ww com streams sem contar as vendas da samsung. A aclamação da crítica, que inicialmente foi fraca, também deu a volta por cima e no fim de 2016 o Anti foi figurinha repetida nas listas de fim de ano de todas as principais mídias, incluindo TIME, até as que o criticaram inicialmente, e de quebra Rihanna levou 8 indicações ao Grammy 2017, o máximo de indicações que já ganhou em uma única noite em toda sua carreira. Dito isso, seria a era Anti a maior reviravolta que o mundo pop já viu? Como RiRi conseguiu dar a volta por cima de uma era com tanta negatividade no início e se tornar uma das melhores eras de sua carreira, mesmo com divulgação escassa? Vamos debater! créditos:
  15. Vocês acham que se ela QUISESSE voltar a dominar a música Pop enfrentando todo trabalho de mercado que isso envolveria (divulgação pesada de singles, cantar AO VIVO (pelo menos de vez em quando), entrevistas, especiais pra TV, etc) ela conseguiria? Está muito claro que ela não está interessada em voltar a ser a principal popstar do cenário mundial há muito tempo, desde que ela surtou em 2007 e cansou da exposição que sofria... mas acham que se ela resolvesse voltar a ser a maior estrela do Pop ela conseguiria?
  16. Katy e Christina ao meu olhar apresentam coincidências muito fortes do decorrer da carreira de ambas. E isso meio que confirma com o Witness depois de suas baixas vendas. Algumas dessas coincidências que reparei vou colocar aqui. Segundo Álbum Tanto Stripped tanto o Teenage Dream foram álbuns de extremo sucesso, acredito que até mesmo o auge de cada uma em questão comercial. Christina e Katy marcaram a geração do seu lançamento e toda a industria com esses trabalhos. Grandes eras icônicas com seus Hits , Clipes, Visuais mesmo não sendo muito bem aclamadas no ano de seus lançamentos. Terceiro Álbum Mesmo não superando comercialmente os anteriores, os álbuns trouxeram números satisfatórios com alguns hits e turnês totalmente bem sucedidas além de serem os projetos mais bem aclamados pela crítica. Quarto Album Depois de terem demorado 4 anos entre o o terceiro álbum e quarto, Katy e Christina retornam a indústria com trabalhos que surpreendentemente viraram fracassos comerciais. Nenhuma música consegue emplacar totalmente em todos os grandes mercados, não existe um forte hit WW, vendas baixíssimas para o nível que as duas mantinham e ainda interesse escasso nas turnês (A de Christina chegando a ser cancelada). Superando qualquer outra “maldição do 4º álbum” estabelecida anteriormente e surpreendendo até os que torciam contra. The Voice x American Idol Entrar na bancada de jurados do reality de calouros de grande sucesso pode ser chance perfeita para se promover e melhorar o desempenho comercial de qualquer artista, podendo da certo ou não. Christina entra na bancada do The Voice um ano após o Bionic e Katy entrará na bancada do American Idol um ano após o Witness o torna mais uma coincidência na carreira das duas. Featurings Mesmo sem emplacar nenhum hit solo ou como artista principal desde seu terceiro álbum, Christina manteve seu nome em evidência fora do The Voice com parecerias extremamente bem sucedidas com Maroon 5, Pitbull e A Great Big World (rendendo ate um Grammy para a mesma). Katy parece que também irá por esse caminho com sua parceira com Calvin Harris dando indícios de ser um bom hit e ainda vindo uma futuramente com Diplo. Enfim, essas são algumas semelhanças quais eu percebi e me veio a pergunta se a Katy Perry seria a Christina Aguilera dessa geração? O que você acham sobre? Existe algum jeito de ambas voltarem ao topo ou apenas uma delas? Debatem!
  17. Todos sabemos que Taylor Swift é um monstro das vendas. Iniciando sua carreira no country e transitando pro pop, Taylor sempre vendeu bem e ganhou prêmios importantes. Uma cantora jovem logo, acumulando milhões de seguidores nas redes sociais. Mas nós sabemos que vendas e prêmios não necessariamente quer dizer ter impacto na cultura pop. Da geração passada é comum ver que Beyoncé, Rihanna, Britney e Xtina servem de inspiração para várias cantoras dessa nova geração. A pergunta que fica é: Qual o impacto de Taylor Swift na cultura pop? O monstro das vendas e prêmios servirá de inspiração para novatas no futuro? Vendas são suficiente para se ter um legado na história?
  18. Depois de ter feito um tópico sobre os artistas mais bem sucedidos da década pela RIAA (e particularmente ter me surpreendido com a posição super baixa de Lady Gaga), decidi fazer este tópico para expor umaa impressão que me veio. Seria Lady Gaga uma artista de um álbum só? TABELA COMPARATIVA: Parâmetro para comparação: 8 singles foram lançados na era TF(M) vs 15 singles lançados ao todo no resto da carreira. São avaliados 2 álbuns (1 + relançamento) vs 4 álbuns (3+ um de duetos) Comparativos: *Nos EUA, Bad Romance e Poker Face juntas (21kk) estão mais certificadas do que todos os singles e álbuns lançados após o The Fame Monster somados (20kk) *Pela RIAA, os singles do The Fame (Monster) possuem uma média de 5.25 platinas cada. Já os lançados após ele, possuem uma média de 1.16 platina cada. *Na Billboard, 1 a cada 4 singles do TF(M) foram #1 e 3 em cada 4 foram top 5. Após ele, 1 a cada 15 foram #1 e cerca de 1 a cada 4 foram top 5. O que chama atenção é que em um único aspecto dos 15 avaliados, o resto da carreira de Lady Gaga junto consegue superar seu best-seller. Se compararmos isso a outras artistas que tiveram seus auges muito concentrados, como Cyndi Lauper e Christina Aguilera por exemplo, elas ainda conseguem superar seu best-seller em mais da metade dos parâmetros propostos. O impacto na música, porém, nem sempre é definido pelos números. Na minha opinião (e acredito que no da maioria), o Born This Way foi muito mais marcante que o The Fame (Monster). Outro exemplo foi também citado acima; o Stripped foi muito mais marcante que o Christina Aguilera. Porém quando o assunto vem para desempenho e números, o resultado é outro. E por fim, na sua opinião, seria Lady Gaga uma artista de um único álbum?
  19. Há um bom tempo vemos o decaimento do pop nos Estados Unidos. Na década de 90 tínhamos Whitney, Celine, Mariah, Madonna, Janet e Paula Abdul (rip). Na de 2000, Britney Spears, P!nk, Kelly Clarkson, Christina Aguilera, Beyoncé, Katy Perry e Lady Gaga - cada uma em sua geração tinham vendagens muito boas, grande popularidade, hype e faziam hits memoráveis. Chegamos na década de 2010 e apenas Adele e Taylor Swift surgiram como pop girls com o nível de vendas perto ou até igual às de épocas passadas, assim como a atração do público a elas. Hoje temos Ariana Grande, Selena Gomez, Miley Cyrus, Demi Lovato, Dua Lipa, Zara Larsson, Hailee Steinfield, Bebe Rexha - algumas possuem vendas medianas, mas não extraordinárias assim como suas popularidades mornas ao redor do mundo. Por algum motivo os illuminati deixaram de apoiar as mulheres no pop e se voltaram para os homens - o último #1 feminino foi em 2016 quando Sia lançou Cheap Thrills (não considerando Closer, que é single do Chainsmokers, apenas com Halsey como convidada). Algumas das popgirls da nova geração estão vendo sua popularidade crescendo lentamente, como Ariana Grande e Miley Cyrus, outras ainda nem sequer ainda conquistaram um nível razoável de popularidade (como a Hailee e Bebe Rexha). O que VOCÊ acha que aconteceu? Falta algo a mais? O mercado saturou depois de todos esses anos? O trabalho delas ainda não é maduro o suficiente? Falta divulgação? Interessa da gravadora? Vamos debater.
  20. Além de produzir 95% das suas músicas e os outros 5% é também de sua autoria com ajuda de outros produtores, Fioti tem vários hinos em sua conta, infelizmente o Rei tem a maioria de suas músicas lançadas no "Detona Funk" entre outros canais de não muita visibilidade como o "KondZilla", ele não tem produtora/gravadora oficial. Única música sua (creio eu) lançada nas rádios foi "Bum Bum Tam Tam" na onde foi e está sendo muito huge. Venha apreciar alguns de seus hinos: Lançamento...
  21. Será que a Anitta vai dividir a realeza com esse ícone no futuro? Vejo MUITO potencial nele.
  22. Eu sei que ela já falou muitas merdas, mas em efeito de comparação, Anitta e Ivete ja falaram coisas problematicas e as pessoas não pegaram no pé delas como no da milk. Mas a questão aqui é : por que odeiam tanto ela, bicho? A mulher parece ter mais haters do que fãs.
  23. O nome dela é Lali as músicas são boazinhas mas imita a Anitta demais. Tem até o movimento da sanfoninha no final da performance kkkkk