André For Example

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  1. Sim, Ju. É exatamente isso!! Já tinha lido esse texto da Flavia Oliveira, de quem, aliás, eu gosto muito.
  2. Se isso passar, eu vou botar proibidão no último volume na minha casa todo dia
  3. Artigo muito bom com entrevista com a Hillary Clinton pós-eleição. http://nymag.com/daily/intelligencer/2017/05/hillary-clinton-life-after-election.html Vocês já perceberam que ninguém, nem mesmo a esquerda, aceita que se fale do machismo em qualquer discussão sobre a derrota dela? Durante toda a vida, essa mulher foi vítima de perseguições, julgada por padrões distintos dos homens e alvo de tantos ataques misóginos. Quando ela era secretária de estado, por exemplo, em todos os eventos que ela participava, a mídia dava um jeito de falar sobre o cabelo ou sobre a roupa dela. Em eleições, nos debates, os oponentes usavam termos condescendentes, como se ela fosse inferior. Surgiam perguntas do tipo: "Pq vc acha que não é likeable?". Até hoje, tem gente que a culpa pela Guerra do Iraque, sendo que, na época, a maioria esmagadora da população americana apoiava o conflito. Foi só a partir de 2005 que começou a haver uma inflexão na opinião pública. Dai aí quando ela reclama disso, "ela está usando o women's card". Eu não sou mulher, mas isso me revolta demais. O pessoal prefere continuar com discursos de senso comum (tipo "Killary"), sem fazer uma análise mais aprofundada das coisas. É aquela coisa: todo mundo sabe que o sistema político todo é podre, que varías questões se sobrepoem à indivíduo A ou B, mas sempre na hora de aplicar personalismos, os primeiro alvo sempre será uma mulher. Ou um negro, ou um gay. É só ver como a galera continua relativizando o Trump. "O problema nem foi a retórica preconceituosa, foi que o povo está cansado das velhas elites políticas". As análises da pessoa Trump sempre envolvem questões acima do sistema, mas quando trata-se de Hillary, o problema é ela é ponto. Desculpem a militância, mas é que eu estou cansado de ver (não só aqui na BC) essas avaliações rasas de "Trump e Hillary são dois diabos".
  4. A saída da Maria Silva enfraquece o governo porque ela fazia parte justamente do grupo econômico pelo qual o Temer se vangloriava de ser muito bem aceito pelo mercado - e de fato era (ela, Meirelles na Fazenda, Ilan no BC e Parente na Petrobras). E o fato de ter sido tão brusco, sem nem mesmo especulação da mídia, piora tudo. O BNDES é o órgão público que está mais no centro dessa crise política. O crescimento meteórico da JBS deve muito ao banco , que hoje detém cerca de 20% do capital público da empresa. Durante a gestão petista, a ingerência política no órgão era muito grande (hoje a gente entende por que) e a Maria entrou justamente para combater isso. Parece que a resistência estava muito grande e ela não aguentou. Aos poucos, vai ruindo aquela ilusão de que um governo politicamente instável pode continuar tocando a área economica com competência. No Brasil, a economia ainda é muito politizada.
  5. Isso só mostra que o público da Shakira no EUA são os latino-americanos. Quando ela tenta moldar o trabalho para agradar o público em geral, não da tão certo.
  6. Iniciando as orações por Beija-Flor na segunda, já que no domingo a gente não ganha nunca.
  7. É protocolo. Toda mulher que tem uma audiência com o papa dentro do Vaticano tem que usar roupa assim. A Michelle também. Só quem não usou roupa assim foi a rainha do UK, porque ela pode rs
  8. A melhor coisa que aconteceu pra ele foi as rádios terem se aberto para suas musicas pq agora ele junta a força inicial de um artista com fanbase grande com estabilidade trazida pelo apoio das rádios. Nossas faves geralmente só têm um desses
  9. Felizmente, Rio deita pro funk
  10. Ele é um prefeito muito recluso - um rompimento brusco em relação ao anterior que era praticamente um popstar. Mas já se envolveu em algumas polêmicas. A última delas é que ele viajou pra Moscou, às custas do governo municipal, para conhecer projetos urbanísticos de sucesso na cidade. Mas a oposição tá criticando porque a viagem custou mais de 40 mil aos cofres publicos e ele ainda aproveitou a ocasião para se encontrar com um bispo da Universal. No Carnaval, ele também foi muito criticado porque foi o primeiro prefeito a quebrar a tradição de entregar as chaves da cidade ao Rei Momo, em cerimônia no início das festividades. Além disso, a prefeitura dele ainda tomou umas decisões super duvidosas em relação a organização dos blocos. Teve também o caso de um jornalista do O Dia demitido após ter publicado uma reportagem negativa sobre a prefeitura. Segundo o repórter, a demissão ocorreu a pedido de Crivella, que teria mandado o jornal editar a matéria. Acho que as polêmicas maiores são essas. Não chegam nem perto das controvérsias do prefeito paulistano, mas fizeram certo barulhinho por aqui.
  11. Como não ? ST, por exemplo, tem a mesma pontuação que a season 1 de House Of Cards no Metacritic. 13 reasons também está no mesmo patamar. Acho que a questão é que agora há mais séries e, consequentemente, as chances de alguma dar errado são maiores.
  12. Mas Stranger Things foi aclamadíssima. E 13 reasons também foi bem elogiada. Nem Get Down foi tão criticada assim (só não teve a recepção das outras)
  13. Essa última frase foi Maduro puro
  14. 1ST SINGLE

    Morto com o povo passando kkkkkk
  15. 1ST SINGLE

    A Anitta abriu as portas do reggaeton no Brasil. A primeira vez que eu ouvi o ritmo numa radio brasileira foi com aquele remix do J Balvin, e depois com Sim ou Não