lotus

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  1. Passando para deixar esse "mapa do aborto" - depois voltarei para ler as atualizações com calma...
  2. Amore, no caso, abdômen trincado e bem definido varia de pessoa pra pessoa, algumas pessoas têm pré-disposição pra definir, outras nem tanto - porém há exercícios específicos e concentrados pra região abdominal, no Q48 tem vários - busque no youtube séries abdominais avançadas, tem vídeos de vários canais... Pra ajudar na reconstrução e manutenção muscular eu sugiro albumina, se não quiser albumina apenas mude sua alimentação para concentração proteica. bjs
  3. https://www.independent.co.uk/life-style/gadgets-and-tech/news/bank-of-america-the-matrix-50-per-cent-virtual-reality-elon-musk-nick-bostrom-a7287471.html
  4. Enfim... É apenas uma reflexão, não há como comprovar nem desmentir, por isso mesmo a Hipótese da Simulação é investigada até hoje.
  5. Ué amore, acabei de dizer que dor faz parte da simulação, numa simulação cremos em tudo... Os sentidos estão inclusos. Os estímulos fazem parte do conjunto de fatores externos-internos. - quando o host levava um tiro "sentia" dor também - a mente é encarregada de "simular" a dor em nós
  6. Considerando que não há como verificar a veracidade da realidade, SIM. Como verificar o que é real e o que não é? Qual o conceito de real e realidade? Plausível e palpável não são mais garantias do Real, porque somos seres sensitivos e os sentidos enganam... Vocês lembram que WW é uma metáfora? Os hosts não sabiam que eram manipulados até "despertarem" para eles aquele Mundo era real, era a única realidade possível, eles eram controlados assim como nós podemos ser controlados por demiurgos também, quem garante que não há simulação??? Não há como saber... kkkkkkkkkkkk
  7. Bank of America anunciou a probabilidade de vivermos numa Matrix - não é conspiração gente - eu que trabalho com robótica não descarto essa possibilidade kkkkkk
  8. Mas a resposta pra isso é a Hipótese da Simulação - ela responde por que não fazemos contato com outras civilizações - responde por que não conseguimos avançar em exploração espacial - não haveria deus e portanto não temos origem divina nem cósmica - somos prisioneiros de uma simulação elaboradíssima e retroativa lol
  9. Vejam apenas 5 evidências - A Hipótese da Simulação é estudada por físicos e pesquisadores do Mundo todo - não é conspiração. Resumidamente... 1. O Princípio Antrópico e o Paradoxo de Fermi É surpreendente que existam seres humanos. Para que a vida começasse nesse planeta foi necessário que todos os fatores resultassem em uma feliz coincidência: a distância perfeita do Sol, a atmosfera com a composição correta e a força da gravidade na medida exata. Embora possa haver muitos outros planetas com essas condições, a felicidade do surgimento da vida na Terra se torna ainda mais impressionante ampliando a perspectiva para além do nosso planeta. Se algum fator cósmico como a energia escura fosse um pouco mais forte, a vida não existiria. Daí vem a questão do princípio antrópico: Por que essas condições convergiram de forma tão perfeita para nós? A explicação lógica seria de que as condições foram deliberadamente criadas com a intenção de dar-nos vida. Cada fator teria sido convenientemente criada em algum vasto experimento. Os fatores foram apenas programados no Universo e a simulação foi iniciada. Esse princípio se ligaria ao chamado Paradoxo de Fermi (o primeiro físico a controlar a reação nuclear) que poderia ser resumido em uma simples pergunta formulada pelo físico na década de 1960: “onde está todo mundo?” – haveria uma contradição entre o nosso crescente conhecimento do Universo e a ausência de contato com qualquer forma de vida existente em algum outro ponto do cosmos. Com bilhões de outras galáxias lá fora, muitas delas bilhões de anos mais velhas que a nossa, pelos menos uma não poderia ter dominado as viagens espaciais? Uma resposta seria a possibilidade da existência de multiversos – sim, haveria outras formas de vida, porém em outros universos paralelos, cada um ignorando os demais. Um argumento que reforça a hipótese da simulação – o nosso universo seria mais uma simulação dentro de outras simulações. Todas isoladas, cada qual em sua prisão virtual. Será que o objetivo desses role play games talvez fosse o de testar os efeitos do ego sobre a civilização? 2. Mecânica Quântica e a modelagem da simulação Um argumento contra a hipótese da simulação é que um computador com tal capacidade de processamento e renderização da realidade seria impossível. Para além do argumento de que os computadores atuais certamente seriam impensáveis há 100 anos, existe uma solução mais interessante confirmada pela própria mecânica quântica – o computador simula unicamente o que ele precisa. Isso é algo que realmente acontece em games de computadores atuais. Não seria necessário para esse supercomputador modelar toda a realidade a um nível que a simulação fosse indistinguível da realidade. Apenas os elementos observados precisam ser modelados a um nível de resolução que coincida com as limitações da nossa observação ou aos nossos instrumentos de medida. Um programa poderia fazer isso dinamicamente gerando resoluções incrementais de vários componentes conforme fosse necessário, tal como quando colocamos um objeto em um microscópio. Talvez a simulação cósmica seja muito menor do que imaginamos. Isso esclareceria alguns paradoxos da mecânica quântica como o porquê do estado quântico ser digital, bem diferente da concepção contínua e analógico do espaço-tempo. Ou ainda o chamado “efeito do observador” e a noção de “entrelaçamento quântico”. No paradoxo do observador, uma partícula subatômica é uma onda de probabilidade onde diversas realidades ou alternativas coexistem simultaneamente. Somente quando observamos a partícula ela “decai” (decoerência) entrando em colapso a função de onda estabelecendo-se as propriedades do objeto. Em 2008 o Instituto de Ótica Quântica e Informação Quântica (IQOQI) em Viena determinou a uma certeza de 80 ordens de grandeza que a realidade objetiva não existiria por si só, passando somente a existir quando conscientemente observada. 3. O universo pixelado Se a simulação estiver sendo realizada nesse momento por um computador quântico, o universo não seria contínuo e dotado de uma resolução infinita: ele seria digital e fundamentalmente composto por informações. Em 2008 o GEO 600, detector de ondas gravitacionais em Hannover, Alemanha, captou um sinal anômalo sugerindo que o espaço-tempo é pixelado. É exatamente o que seria esperado de um universo “holográfico” onde a realidade 3D é na verdade uma projeção de informação codificada na superfície dimensional na fronteira do Universo (New Scientist, janeiro de 2009, p. 24). Vivemos em um mundo real. Pensamos que aqui não há pixels e que podemos nos mover de uma forma contínua de um ponto para outro. Não somos seres digitalizados, pensamos: somos seres analógicos que vivem em um mundo fluido sem a pixelização de uma tela de computador. Mas a mecânica quântica parece comprovar o contrário na alta resolução do mundo das partículas subatômicas. É como se nos movêssemos tão rápido em um moderno game de computador que superássemos a capacidade da placa gráfica em renderizar os cenários: confrontamo-nos com paradoxos, ondas pixeladas, pedaços de quantum binários sim/não. Para essa evidência, a capacidade de resolução de qualquer programa seria análoga à resolução espacial da nossa realidade simulada, apenas em um nível diferente. 4. Falhas na Matrix Mas até mesmo simulações avançadas podem ter falhas, certo? Na clássica trilogia Matrix dos Wachowski é apresentado um exemplo do déjà vu como uma falha na simulação: quando algo parece inexplicavelmente familiar, a simulação poderia estar “pulando”, como em um CD riscado. Matrix sugere que essas falhas poderiam ser também representadas por insônias e desordens mentais como a esquizofrenia. Para essa teoria, elementos sobrenaturais como fantasmas ou milagres também poderiam ser falhas. As pessoas realmente testemunhariam esses fenômenos devido a erros no código da simulação. Mas mesmo para um supercomputador cósmico, memória, velocidade de modelagem da realidade e a resolução poderiam ser cruciais. Sem falar na possibilidade de podermos descobrir a natureza simulada do universo, já que ingressamos na era da meta-simulação com os games e os diversos mundos simulados oferecidos online na Internet. Por isso o esquecimento e a morte seriam cruciais para a simulação – permitiria a reinicialização de cada “personagem” da simulação garantido sempre espaço para novas memórias – religiões chamam isso de “reencarnação”. Mas, assim como nos computadores onde os arquivos nunca são deletados completamente do HD permanecendo rastros por um certo tempo, as memórias passadas podem retornar, criando déjà vus. Em vida, o sono cumpriria esse papel: o do esquecimento. E a insônia seria a luta do “personagem” da simulação contra esse recorrente mal estar. Além de Matrix, filmes gnósticos como Dark City exploraram esse tema: em um mundo simulado criado por demiurgos alienígenas, durante o sono dos humanos a simulação é reparada e as identidades são trocadas mantendo todos em um perpétuo estado de esquecimento. Até o protagonista despertar no meio de uma dessas trocas e descobrir uma sinistra realidade. 5. Raios Cósmicos e a grade da simulação Se estamos vivendo em um simulador, esperaríamos encontrar evidencias da existência de bordas do universo observável. Pelo menos é o que a equipe de Silas Beane da Universidade de Bonn procuram encontrar em seu cálculos publicados em um artigo publicado na arXiv.org – Cornell University Library -"Contraints on the Universe as a Numerical Simulation". As partículas cósmicas voam através do Universo, perdem a energia e mudam de direção e se espalham através de um espectro de valores de energia. Há um limite conhecido para a quantidade de energia que essas partículas possuem, porém Beane e sua equipe calcularam que essa queda no espectro de energia é consistente com a ideia de uma espécie de limite do Universo. A investigação sobre a forma de dispersão dessas partículas poderia revelar não somente as fronteiras da simulação mas também a estrutura da simulação em grade ou “treliça”.
  10. A verdade é que existem evidências fortes de que vivemos numa poderosíssima simulação.
  11. Homens fantasiados de extraterrestres com certeza existem...
  12. Imaginando quais segredos esconde a Amazônia. Cada cobra gigante, cada erva poderosíssima lol um dia tomei um "caldo" que me fez viajar geral.